Consulta de precatórios no TRF2: o passo a passo pelo CPF e a chave do processo

Atualizado em 6 de outubro de 2026

Resumo rápido

A consulta de precatórios no TRF2 se faz no eproc, o sistema de processo eletrônico do tribunal. Na tela “Consultar Precatórios e RPVS”, você informa o CPF ou CNPJ do beneficiário e mais um número: o do registro do precatório ou da RPV, o do processo de origem ou o da requisição. Para ver o demonstrativo do depósito, o TRF2 exige a chave do processo, que o advogado ou a Subsecretaria de Precatórios fornece.

  • Por que importa: desde a Resolução TRF2-RSP-2024/00082, de 05/09/2024, os processos de precatório e RPV da 2ª Região tramitam em sigilo, e o depósito só se vê com a chave do processo ou pelo advogado.
  • Como funciona: a consulta de RPV usa a mesma tela do precatório, para ação federal que correu no Rio de Janeiro ou no Espírito Santo, e não tem CAPTCHA.
  • Em números: para as RPVs autuadas (registradas) pelo TRF2 em agosto de 2026, o Conselho da Justiça Federal liberou ao tribunal um limite de R$ 271,2 milhões.
  • Fique atento: requisição expedida até 30/09/2018 está em outro sistema, o Apolo.

Sumário

De quais estados o TRF2 cuida?

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) tem sede no Rio de Janeiro e jurisdição sobre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo. Se você ganhou uma ação contra a União, o INSS ou outra autarquia ou fundação federal num desses dois estados, o seu precatório ou a sua RPV é pago pelo TRF2. A exceção são as ações de acidente do trabalho, que correm na Justiça Estadual (CF, art. 109, I).

Precatório é a ordem de pagamento que o juiz da causa manda ao tribunal quando a condenação passa do teto da Requisição de Pequeno Valor (RPV). Contra a Fazenda federal, a RPV vale até 60 salários mínimos (Lei 10.259/2001, art. 17, § 1º, combinado com o art. 3º), o que dá R$ 97.260,00 com o salário mínimo de 2026, de R$ 1.621,00 (Decreto 12.797/2025). Os dois se consultam na mesma tela.

Para as RPVs autuadas pelo TRF2 em agosto de 2026, o Conselho da Justiça Federal liberou ao tribunal o limite de R$ 271.226.935,97 para o pagamento. Desse total, R$ 191.320.138,74 eram de causas previdenciárias e assistenciais, em 8.620 processos e para 12.750 beneficiários (TRF2, 21/09/2026).

Onde fica a consulta de precatórios no TRF2?

Na página “Consulta a precatórios e RPVs” do site do TRF2. Ela separa as requisições pela data em que foram expedidas: as de 01/10/2018 em diante se consultam no eproc; as expedidas até 30/09/2018, no Apolo, o sistema antigo. O botão azul “Consulta a Precatórios e RPVs no eProc”, no alto da página, leva direto à tela de consulta por CPF (TRF2, Consulta a precatórios e RPVs).

Página de consulta do TRF2: eproc e Apolo

Se a sua requisição é antiga, a tela do Apolo pede um de três dados (o número do requisitório, o CPF ou CNPJ, ou o número da ação originária) e um código de verificação em imagem. É a tela que esta página mostrava na versão de 2017.

Como consultar precatório e RPV pelo CPF no TRF2, passo a passo

A consulta de precatórios no TRF2 pelo CPF se faz numa página só do eproc, sem login e sem CAPTCHA, e é a mesma para RPV. A tela tem dois blocos, e os dois precisam ser preenchidos: o CPF sozinho não basta. Conferimos o caminho em 06/10/2026.

  1. Abra a tela “Consultar Precatórios e RPVS”. O endereço é eproc.trf2.jus.br, Consultar Precatórios e RPVS, o mesmo do botão azul da página do tribunal.
  2. Preencha o bloco “1. Preenchimento obrigatório”. Digite o “CPF ou CNPJ do Beneficiário”, isto é, de quem vai receber.
  3. Preencha só um campo do bloco “2”. A tela pede “Preencher somente um dos campos abaixo”: o “Nº de registro de precatório ou RPV (10, 15 ou 20 dígitos)”, o “Nº do processo de origem” ou o “Nº da requisição (9 ou 11 dígitos)”. O número do processo de origem é o da ação que você moveu, e costuma ser o mais fácil de achar.
  4. Clique em “Consultar”. O botão fica no alto, à direita.

Consulta de precatórios no TRF2 pelo CPF

Se você preencher só o CPF, a tela responde “Informe ao menos um campo para a pesquisa.” Se a combinação de CPF e número não bater com nenhuma requisição, a resposta é “Nenhum registro encontrado.” A seção sobre a busca vazia, mais abaixo, lista as causas.

Não há busca por nome nessa tela. Para entender os números que aparecem no processo, e por que o do precatório não é o da sua ação, veja como saber o número do precatório.

Por que a consulta não mostra o depósito?

Porque, desde a Resolução TRF2-RSP-2024/00082, de 05/09/2024, os processos de precatório e de RPV da Justiça Federal da 2ª Região tramitam em sigilo no eproc. Os dados de pagamento ficaram com os advogados e procuradores dos autos, e a consulta pública não os mostra. O TRF2 descreve assim o que mudou (TRF2, Precatórios Federais e RPVs):

  1. “Apenas advogados e procuradores vinculados aos processos de RPVs e precatórios terão acesso aos dados de pagamentos”;
  2. os documentos com os cálculos do processo de origem ficaram restritos aos advogados e procuradores dos autos;
  3. o número do processo do precatório ou da RPV deixou de aparecer para advogado ou procurador que não esteja nos autos;
  4. a íntegra desses processos ficou indisponível para advogados e procuradores que não estejam nos autos.

O tribunal diz que a medida tem como objetivo “ampliar a segurança dos usuários no sistema e-Proc da 2ª Região e proteger dados processuais sensíveis”.

Para o credor, o efeito prático está no aviso de abril de 2026: “Através da consulta pública ao sistema e-Proc TRF2 não será possível o acesso aos dados do depósito.” Os dados do depósito estão no demonstrativo de pagamento, juntado ao processo do precatório, que indica também o banco do saque. A parte só o acessa com a chave do processo (TRF2, 08/04/2026).

Como conseguir a chave do processo?

Com o advogado cadastrado no processo do precatório, que em geral é o que atuou na causa, ou com a Subsecretaria de Precatórios do TRF2 (SUPRE), nome que a antiga Divisão de Precatórios recebeu pela Resolução TRF2 nº 164, de 07/07/2026. Nas palavras do tribunal, a chave “poderá ser fornecida pelo advogado cadastrado nos autos do precatório ou pela equipe de atendimento da Divisão de Precatórios” (TRF2, 08/04/2026).

Os canais de atendimento ao público, na página do TRF2 atualizada em 02/10/2026, são o e-mail precatorio@trf2.jus.br, o telefone (21) 2282-8316 e o balcão virtual por videochamada (TRF2, canais de contato da SUPRE). O aviso de abril de 2026 indicava também o atendimento presencial na Rua Acre 80, 12º andar, sala 1203, Centro do Rio, de segunda a sexta, de meio-dia às 17 horas.

Com a chave na mão, o caminho que a carta de serviço do TRF2 descreve passa pela Consulta Pública de Processos, no menu à esquerda do eproc. A tela tem os campos “Nº Processo” e “Chave do processo” lado a lado.

Busca de processo do eproc com a chave

A mesma carta de serviço resume o que a pessoa física precisa ter: “o número do requisitório autuado no Tribunal e da chave do processo, ambos obtidos junto à Divisão de Precatórios ou por meio de seu advogado” (TRF2, carta de serviço). Ao falar com o advogado, peça as duas coisas de uma vez.

Desconfie de quem oferece a chave

Desconfie de quem cobra para entregar a chave ou liberar o seu precatório. O próprio TRF2 avisa que “não exige pagamento de taxas, não solicita depósitos e nem adiantamentos de valores, de custas processuais ou impostos para o recebimento de valores de Precatórios ou RPVs”. Como reconhecer a abordagem está em fraude em precatórios: como se proteger.

Quando a RPV e o precatório do TRF2 ficam liberados?

A RPV segue um ciclo mensal. Segundo o TRF2, as RPVs autuadas num mês “serão depositadas no mês seguinte ao da sua autuação e serão liberadas para saque na primeira quinzena do outro mês”. A data exata sai até o terceiro dia útil do mês do saque, no documento “DEMTRANSF1”, juntado ao processo no eproc, na fase de pagamento (TRF2, Precatórios Federais e RPVs). Com o sigilo, os dados de pagamento da RPV ficam com o advogado cadastrado nela.

O precatório federal segue o calendário anual. Os da proposta de 2026, de natureza alimentar e não alimentar, ficaram disponíveis para saque a partir de 13 de abril de 2026, tanto os expedidos por varas federais quanto os de varas estaduais na competência delegada (TRF2, 08/04/2026).

A lista em ordem cronológica fica no menu do eproc, em “Ordem cronológica de Pagamento de Precatórios Orçamentários”. Segundo as notas da própria tela, a ordem é contínua e engloba, até o momento, os precatórios recebidos no TRF2 de 03/04/2024 até 02/04/2025; os já pagos estão em listagem própria. O que vale para o calendário dos outros anos está em prazo de pagamento de precatórios, e como confirmar que a conta está aberta, em como saber se a RPV está liberada.

Como sacar o precatório ou a RPV do TRF2?

Em qualquer agência do Banco do Brasil ou da Caixa, conforme o banco indicado no demonstrativo de pagamento. Segundo o TRF2, o precatório ou a RPV de vara federal sem bloqueio pode ser sacado pelo beneficiário ou pelo advogado constituído, com documento de identidade, CPF e comprovante de residência (TRF2, 08/04/2026).

A agência tem até 48 horas para pagar depois que você apresenta os documentos, prazo que pode ser ampliado até o dobro, com justificativa do gerente, quando a agência recebe um lote grande (Res. CJF 983/2026, art. 49, §§ 1º e 2º). O saque por procurador exige procuração específica, com o número da conta ou o da requisição (§ 7º).

O alvará entra em dois casos que o TRF2 nomeia: precatório com restrição de bloqueio e requisição expedida por vara estadual na competência delegada. Nesses casos, o valor só sai com alvará do juízo que fez a requisição. A Resolução 983/2026 do CJF diz o mesmo da delegada, com alvará “ou meio equivalente” (art. 49, § 5º), prevê alvará quando a requisição traz contribuição a recolher (§ 4º) e deixa ao juiz exigi-lo em outros casos (§ 3º). Os documentos e as rotas de saque de cada banco estão no guia de saque de precatório e RPV.

Precatório do estado ou do município no RJ e no ES: onde consultar?

Depende de onde a ação correu. Se o estado ou o município foi condenado na Justiça Federal, o precatório vai ao TRF2. A RPV, não: a vara federal a envia direto ao estado ou ao município, que deposita o valor na própria vara em até 60 dias (Res. CJF 983/2026, art. 3º, § 2º), e quem acompanha é a vara. O TRF2 tem página própria para esses precatórios, devidos por estados, municípios e Correios, cujo pagamento depende do repasse do próprio ente ou, no regime especial, dos Tribunais de Justiça do Rio de Janeiro e do Espírito Santo (TRF2, precatórios de estados, municípios e Correios).

O mapa anual de 2025 do TRF2 mostra a diferença. Nesse ano, os precatórios federais somaram R$ 5,9 bilhões pagos e não deixaram saldo. Os de municípios requisitados ao TRF2 tiveram R$ 129 milhões pagos e fecharam o ano com saldo de R$ 650 milhões; os de estados, R$ 41 milhões pagos e saldo de R$ 157 milhões (TRF2, mapa anual da dívida de 2025).

Se a ação correu na Justiça Estadual, o precatório está no Tribunal de Justiça:

EstadoOnde consultar (conferido em 06/10/2026)
Rio de JaneiroTJRJ, Ordem Cronológica de Precatórios por Entidade Devedora
Espírito SantoTJES, Lista Unificada de Precatórios

No TJRJ, a lista se abre pela entidade devedora. A RPV do estado e a do município não passam pelo tribunal: vão do juiz direto ao ente (Lei 12.153/2009, art. 13, I; CPC, art. 535, § 3º, II), e quem acompanha é a vara. Tetos, prazos e consulta da RPV estadual e municipal do Rio estão em RPV no Rio de Janeiro.

Consultei e não encontrei. O que pode ser?

“Nenhum registro encontrado” na consulta do TRF2 não prova que o crédito não existe. Pode ser que um dado da busca não confira, que a requisição ainda não tenha chegado ao tribunal ou que o crédito seja de outro tribunal. Estas são as causas mais prováveis, das que você mesmo corrige às que dependem de outra pessoa:

  1. O número do bloco 2 não confere. Use um campo só e confira os dígitos: o da requisição tem 9 ou 11; o de registro do precatório ou da RPV, 10, 15 ou 20.
  2. O CPF não é o do beneficiário. A tela pede o CPF ou CNPJ de quem vai receber.
  3. A requisição é anterior a outubro de 2018. Nesse caso ela está no Apolo, e não no eproc.
  4. A requisição ainda não chegou ao tribunal. Antes de o juiz expedir a requisição e o TRF2 autuá-la, não há o que consultar. A informação está no processo de origem, na vara.
  5. O crédito é de outro tribunal, ou não passa por tribunal. Ação contra estado ou município que correu na Justiça Estadual tem o precatório no TJ. A RPV de estado ou município condenado numa vara federal também não chega ao TRF2: vai da vara direto ao devedor. E crédito federal de fora do RJ e do ES é de outro TRF, cada um com a sua tela: veja qual é o TRF do seu estado e o passo a passo de cada um.

Se nada disso resolver, o advogado cadastrado no processo do precatório ou da RPV tem acesso aos dados de pagamento, e a SUPRE atende pelos canais da seção sobre a chave.

Se, depois de localizar o precatório, você quiser entender o que fazer com ele, nossa equipe pode analisar o caso e explicar os cenários. Este conteúdo é informativo e não substitui a análise do seu caso concreto: as condições variam conforme o crédito, o ente devedor e o momento.

Perguntas frequentes

Como consultar precatório do INSS no TRF2?

Pela mesma tela do eproc, com o CPF e um dos números. O INSS é autarquia federal, e a requisição contra ele vai ao TRF2 também quando a ação correu numa vara estadual porque a comarca do segurado fica longe de vara federal (hoje, a mais de 70 km dela: Lei 5.010/1966, art. 15, III), a chamada competência delegada. Nesse caso, o saque depende de alvará, ou meio equivalente, do juiz estadual (Res. CJF 983/2026, art. 49, § 5º). A exceção são as ações de acidente do trabalho, que são da Justiça Estadual: nelas, a requisição não vai ao TRF2.

Dá para consultar precatório pelo nome no TRF2?

Na tela de precatórios, não: ela pede o CPF ou CNPJ e um número. A Consulta Pública de Processos do eproc tem um campo “Nome da Parte”. Não testamos se o processo do precatório aparece nela, e, mesmo que apareça, os processos de precatório e RPV tramitam em sigilo desde 2024 e o TRF2 avisa que a consulta pública não dá acesso aos dados do depósito. O caminho mais curto é pedir o número e a chave ao advogado.

Como consultar a RPV da Justiça Federal do Rio de Janeiro ou do Espírito Santo?

Pela mesma tela do eproc do TRF2. As varas federais do Rio de Janeiro e do Espírito Santo estão na 2ª Região, e a RPV contra a União, o INSS ou outra autarquia ou fundação federal expedida por uma delas é paga pelo TRF2. Informe o CPF ou CNPJ do beneficiário e um dos três números. RPV de ação contra o estado ou o município não passa pelo TRF2: vai do juiz direto ao ente.

A consulta mostra quanto eu vou receber?

Não dá para contar com isso. Não vimos uma ficha de resultado, porque isso exigiria o CPF e o número de um credor real, e o TRF2 avisa que, pela consulta pública, “não será possível o acesso aos dados do depósito”. Com o sigilo de 2024, os dados de pagamento ficaram com os advogados e procuradores vinculados ao processo, e a parte precisa da chave do processo para abrir o demonstrativo do depósito. Para saber o valor depositado, pergunte ao advogado.

Meu precatório é antigo. Onde consulto?

Se a requisição foi expedida até 30/09/2018, a consulta é no Apolo, pelo link “Requisições expedidas até 30/09/2018 (sistema Apolo)” da página de consulta do TRF2. Ele aceita o número do requisitório, o CPF ou CNPJ, ou o número da ação originária, com um código de verificação.

Daniel Costa

Daniel Costa

Advogado formado pela UFMG (OAB/MG 181.442)
Pós graduado em Finanças, Investimento e Banking pela PUC-RS
Mestre em Direito pela UFMG com ênfase em Regulação no Sistema Financeiro

Autor do livro Precatórios: negócios, mercado e regulação

Artigos: 239

12 comentários

    • Olá Mel, tudo bem?

      Você pode verificar em alguma agência do banco onde o precatório foi depositado ou então procurando pelo número do processo no tribunal onde a causa foi julgada.

      Espero ter ajudado 🙂

  1. oi Breno e a leila novamente rsrs ..saiu essa noticia (TRF-4 disponibiliza cerca de R$ 2,9 bilhões para pagamentos de precatórios alimentares )ontem sera que recebo este mes ainda o meu precatorio é do PR 200070746 Leila Rita Dias Paredes posicao 183

    • Olá Leila, tudo bem?

      TRF4 e TJPR são coisas diferentes na verdade. Você tem que verificar sobre a movimentação do Estado do Paraná. Assim, você. pode até receber este ano porque sua posição é bem próxima, mas este mês é muito improvável.

      Espero ter ajudado 😀

    • José Airton,

      Para ter um precatório a receber é necessário que sua mãe tenha entrado com um processo contra o INSS sobre alguma falta de repasse ou de valores incorretos.

      Espero ter ajudado 🙂

    • José Airton,

      Para ter um precatório a receber é necessário que sua filha tenha entrado com um processo contra o INSS sobre alguma falta de repasse ou de valores incorretos.

      Espero ter ajudado 🙂

    • Fábio,

      Você tem que fazer a consulta com seu nome ou CPF no site do tribunal para verificar a existência de precatórios em seu nome.

      Espero ter ajudado 🙂

  2. Boa tarde! Tenho um RPV para receber que foi encaminhada por uma ação de um grupo através de um advogado. Sei que algumas pessoas já receberam e que, na época, mais de um ano atrás, algumas pessoas ainda não haviam recebido.
    foi feito por uma associação, dessa forma o contato era com a mesma. Mas de tanto eu questionar me deram o contato do advogado que é bastante evasivo e não passa informações muito concretas. Gostaria de saber se tem alguma forma ou lugar onde eu possa receber uma informação mais precisa, mesmo o processo tendo sido aberto por um advogado.
    obrigada!

    • Olá Maria Carolina, tudo bem?

      No caso como é uma ação de um sindicato, você precisaria do número do processo para tentar acompanhar, já que talvez seu cpf não retorne nenhum resultado na busca do tribunal.

      Espero ter ajudado 🙂

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