Precatório de herança - Partilha

Precatório de herança: É necessário inventário?

Desde o início de uma ação que gera uma dívida de um ente público até o efetivo recebimento do precatório, muitos anos podem se passar. Nesse intervalo, é possível que ocorra o falecimento do credor, exigindo a abertura de um processo de inventário. O que seus herdeiros precisam, então, fazer para receber o valor devido? É possível receber um precatório de herança? Isso é o que vamos analisar a seguir.

O processo de inventário

Quando uma pessoa falece deixando algum patrimônio, seus bens são divididos entre seus herdeiros. Para isso, é realizado o chamado processo de inventário, por meio do qual é feito o levantamento de todos os bens que o falecido possuía. Em seguida, após verificar o que cabe a cada herdeiro, é realizada a partilha.

Nesse sentido, existem duas possibilidades. A primeira diz respeito a quando não há testamento, todos os herdeiros são capazes perante a lei (maiores de idade e não portadores de nenhuma doença incapacitante) e todos concordam quanto à divisão dos bens. Nesse caso, chamado de inventário extrajudicial, é possível que a partilha seja feita em qualquer cartório de notas – desde que com a participação de um advogado ou de um defensor público.

Precatório de herança - Testamento

Isso é possível, por exemplo, se um pai solteiro de dois filhos falecer e os irmãos estiverem de acordo sobre a divisão dos bens. Não seria necessário, portanto, iniciar um processo judicial para realizar a partilha.

Entretanto, se alguma das condições indicadas não for atendida, o processo judicial passa a ser indispensável, iniciando o chamado inventário judicial. Isso acontece se houver um herdeiro menor de idade ou se os herdeiros não concordarem sobre a divisão de bens.

Nosso objetivo não é entrar em detalhes sobre o processo de inventário em termos gerais. Entretanto, os aspectos aqui apontados são de grande importância para respondermos à seguinte questão: o que ocorre se o falecido era parte de um processo para recebimento de precatório de herança?

 

Precatório de Herança

As partes de um processo são as pessoas ou empresas que estão envolvidas na disputa legal. Assim, por exemplo, se uma pessoa inicia um processo contra outra ou contra uma empresa, dizemos que a primeira está no polo ativo da ação e que a última está no polo passivo.

Quando a parte de um processo falecer, é possível sua substituição (ou sucessão, no jargão jurídico) por seu herdeiro. O procedimento para isso é chamado de habilitação. Alguns processos, por serem considerados intransmissíveis, não permitem a sucessão. Não faria sentido, por exemplo, realizar a sucessão em um processo de divórcio.

Entretanto, esse não é o caso de processos de precatórios. Com o falecimento, é possível a habilitação de herdeiros, que deve ser feita por meio de advogado. Para isso, geralmente são necessários os documentos pessoais dos herdeiros, a certidão de óbito comprovando o falecimento e, eventualmente, a certidão de casamento da viúva, além da procuração concedida ao advogado.

Precatório de Herança - Principe George e Princesa Charlotte

Príncipe George e Princesa Charlotte herdeiros ao trono Britânico

Possíveis Cenários

Antes de tudo, é interessante destacar que o pagamento de precatórios envolve dois tipos de processos. Nesse sentido, o processo de conhecimento seria responsável por analisar se a pessoa realmente tem direito ao valor em questão. Em seguida, uma vez declarado o direito, o processo de execução seria responsável pelos procedimentos relacionados ao pagamento.

Em tese, o herdeiro pode fazer sua habilitação em qualquer momento. Entretanto, é necessário que sejam feitas algumas ressalvas. Primeiramente, é necessário que o processo já tenha sido iniciado. Esse entendimento ocorre porque somente o titular do direito teria capacidade para questionar a Fazenda Pública. Já se o falecimento acontecer após o início do processo, este ficaria suspenso até a habilitação dos herdeiros. Desta forma não há nenhum prazo para que a habilitação seja feito e o processo retomado.

O Tribunal Regional Federal (TRF 1), inclusive, já afirmou que:

A jurisprudência do STJ é uníssona ao afirmar que o óbito de uma das partes do processo implica sua suspensão, e, além disso, que diante da ausência de previsão legal impondo prazo para a habilitação dos respectivos sucessores, não há falar em prescrição intercorrente”.

O que dizem os especialistas

Entretanto, a demora em adotar os procedimentos pertinentes pode causar dificuldades ao recebimento. Embora o falecimento no decorrer do processo gere a sua suspensão, isso não ocorre se o processo já estiver finalizado. Ou seja, Everton Pereira Aguiar Araujo, especialista em Direito Administrativo e Empresarial, esclarece que:

Por essas razões, verifica-se que o art. 265, I, do Código de Código de Processo Civil (CPC), contra a fazenda pública, se aplica ou no curso da ação de conhecimento ou no curso da ação de execução, mas jamais entre o trânsito em julgado da primeira e o ajuizamento da segunda, posto que a última não é desdobramento da ação cognitiva, mas verdadeira ação autônoma.

 

Como consequência, percebemos que a suspensão não ocorre se o falecimento acontecer entre um processo e outro.

Assim, uma demora excessiva (no caso, por exemplo, de o herdeiro não saber da existência do precatório de herança) poderia causar a prescrição dos créditos. A prescrição representa a perda de um direito pela inércia da parte. Ou seja, a omissão em exigir seu direito por um tempo excessivo poderia causar a extinção desse mesmo direito.

Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), os valores de precatórios depositados e não sacados há mais de cinco anos deveriam retornar aos cofres públicos. Ou seja, se o indivíduo não sacar seu precatório dentro do prazo, perderia o direito a receber o valor.

Precatório de herança - Partilha

Necessidade de inventário

Já vimos que nem todos os casos de falecimento exigem um processo de inventário e partilha. No caso de precatório de herança, o TRF4 decidiu que os herdeiros não precisam iniciar um processo de inventário para serem habilitados nos processos de execução. Assim, adotou o artigo 313, § 2º, inciso II do Novo CPC, onde herdeiros fariam sua habilitação diretamente no processo.

Além disso, o TRF4 afirmou ainda que “A jurisprudência deste Tribunal é no sentido de que os valores não recebidos em vida pelo servidor podem ser pagos aos seus dependentes habilitados à pensão por morte, ou na falta deles, aos seus sucessores, na forma da lei civil, independentemente de inventário“.

Ou seja, no caso de precatórios, havendo herdeiro que tenha direito a receber pensão pelo falecimento do credor, este tem direito a suceder o falecido. Inexistindo pensionista, os valores são destinados aos herdeiros, sendo distribuídos conforme a lei.

Por fim, vale ainda ressaltar que a sucessão não altera a preferência a qual o credor fazia jus. Se o falecido possuía preferência no recebimento seus herdeiros devem manter essa prioridade. Assim se o falecido era portador de doença grave ou idoso, o direito é mantido. Isso foi afirmado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, que decidiu que o retorno à lista geral de pagamento representaria um “inegável retrocesso e injustiça”.

 

Implicações

Os procedimentos envolvendo a sucessão em processos de precatório de herança podem causar muitas dúvidas ou confusão. É preciso saber que no falecimento do credor, o valor do precatório não é perdido nem devolvido ao Governo. A partir disso podemos compreender os aspectos gerais dos procedimentos de sucessão pode auxiliar eventuais herdeiros. O ideal é entrar em contato com seus advogados ou defensores públicos, de forma a ter seus direitos garantidos.

Você que é um herdeiro de precatório, passou por alguma dificuldade para recebê-lo? Conte pra gente nos comentários sobre o processo. Sua experiência pode ajudar outros herdeiros a conseguirem resolver esse imbróglio.

352 Comentários
  • ricardo correa
    Postado às 13:33h, 07 agosto Responder

    BOm dia!

    meu pai falecido recebeu um precatório apos sua morte. O dinheiro foi depositado na Caixa Econômica Federal. Apos a registro da partilha de bens, fui um inventariante sacar o dinheiro e fui informado que o mesmo so poderia ser sacado com alvará judicial. Procede essa informação?
    Estou preocupado porque ja se passaram os 5 anos e so na TJMG o processo ja esta ha quase 2 anos a espera do alvará.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:57h, 07 agosto Responder

      Olá Ricardo, tudo bem?

      Se o inventariante estava inscrito no processo, o saque deveria ocorrer sem nenhum problema. Se ele não estava inscrito, deve ser providenciado a inscrição antes da tentativa de saque. Agora se estava e o saque foi negado, pode ser a flata de um alvará de pagamento por parte do juiz de execução. Isso pode ser resolvido rapidamente com uma petição feita pelo seu advogado pedindo a liberação do dinheiro.

      Espero ter ajudado 🙂

      • Luciana da Silva Araujo
        Postado às 03:53h, 08 março Responder

        Minha tia faleceu em 2013 e tem precatórios a receber.
        Atualmente ela tem somente um irmão vivo, os sobrinhos (filhos de outro irmão, também falecido), poderíamos ser habilitados ou somente o irmão que está vivo?
        Muito obrigada

        • Breno Rodrigues
          Postado às 10:26h, 11 março Responder

          Olá Luciana, tudo bem?

          Considerando que ela não tem filhos vivos, sim. Neste caso, os sobrinhos do irmão falecido dividiriam o mesmo quinhão, dividindo 50% enquanto o restante fica para o irmão vivo.

          Espero ter ajudado 🙂

      • Wilson ferrreira leite
        Postado às 20:21h, 16 setembro Responder

        Nao recebi precatorio ate hoje meu pai tem onze anos de morto

        • Breno Rodrigues
          Postado às 14:24h, 17 setembro Responder

          Wilson,

          Dependendo do devedor isso é muito comum e a espera pode ser ainda maior chegando a mais de 20 anos!

          Espero ter ajudado 🙂

  • Maria de Fátima Aparecida Ribeiro
    Postado às 16:24h, 09 agosto Responder

    Uma dúvida, meu pai tem 2 precatorios da Prefeitura de SP para receber, esses processos já estão correndo a 21 anos. Agora meu pai quer passar uma procura para eu e minha irmã resolvermos todos os problemas referentes a esses precatorios, pois ele já está com a idade avançada e se sente muito cansado, pois bem, a advogada dele (que é do sindicato dos funcionários públicos municipais ) disse a ele que não adianta ele passar essa procuração porque se caso ele vier a falecer, mesmo com a procuração, nós os herdeiros não temos direito a nada. Então eu queria saber se isso é verdade. Muito obrigada desde já pela atenção.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 17:15h, 10 agosto Responder

      Olá Fátima, tudo bem?

      Bom, não é totalmente verdade. Eu particularmente desconheço algum tipo de processo em que os herdeiros não tem nenhum direito ao benefício, a não ser que o seu pai tenha algum testamento ou algo do tipo em que negue algo a vocês. E só porque a causa é defendida pelo sindicato não quer dizer que vocês não podem ter direito a ela. Quanto a procuração, ela não dá direito ao recebimento. Apenas a habilitação sua e de sua irmã diretamente no process que faria com que vocês possam receber este precatório. Mas a habilitação só ocorre após a morte ou a incapacidade de seu pai responder por si próprio. E, não desejando nada de ruim ao seu pai – obviamente, até lá vocês só conseguem verificar o processo e conversar com o advogado com a procuração.

      Espero ter ajudado 😀

  • Andreia
    Postado às 21:43h, 13 agosto Responder

    Boa noite preciso de uma orientação para o titular receber precatório da policia militar e necessário fazer o inventario telefone:9 91886502

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:14h, 14 agosto Responder

      Olá Andréia, tudo bem?

      Para te ajudar preciso saber um pouco mais sobre o assunto. Como dito no post o inventário pode não ser necessário se houver acordo entre os herdeiros.

      Fico no aguardo 🙂

    • Maria da Gloria Silva de Melo
      Postado às 16:57h, 16 setembro Responder

      Meu avô deixou. dinheiro que era
      ferroviário e foi depositado na CEF. Hoje tenho como provar que sou herdeiro. Já se passaram 52 anos.Ainda posso resgatar?

      • Breno Rodrigues
        Postado às 13:48h, 17 setembro Responder

        Maria,

        Depende, mas a princípio não. Bens de falecidos tem um prazo máximo para serem passados aos herdeiros, caso contrário eles vão para os cofres públicos. A não ser que este dinheiro tenha sido passado a algum de seus tios e você pode pedir uma parte.

        Espero ter ajudado 🙂

  • Ricardo André
    Postado às 15:51h, 16 agosto Responder

    Minha Mãe trabalhou 36 anos na Prefeitura de São Paulo, faleceu em dez. 2010 e não entrou com processo precatório. Eu único herdeiro posso dar entrada no processo?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 17:09h, 16 agosto Responder

      Olá Ricardo, tudo bem?

      A principio não. A legislação diz que herdeiros tem um certo prazo para entrar com processos trabalhistas. Além disso tem o prazo para prescrição de sua mãe depois de ter saído do trabalho.

      Dessa forma, você não conseguiria dar entrada com algum processo, apenas continuar um que esteja em curso.

      Espero ter o ajudado 🙂

  • leticia
    Postado às 16:22h, 20 agosto Responder

    Quando se tem o precatório para receber do pai falecido, mas o inventário ainda não saiu (um ano) , é possível fazer tal retirada no banco com a certidão de óbito dos pais e os documentos dos filhos herdeiros?. obtemos a informação que deverá ser feito um aditivo e o juiz autorizar uma alvará, no entanto temos que ir ao Estado em que a empresa se encontra para a tirada do dinheiro.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 19:01h, 20 agosto Responder

      Ei Letícia, tudo bem?

      Todos os herdeiros devem ser inscritos no processo para que o saque seja possível. Assim é possível fazer a retirada antes do inventário. E a não ser que o precatório seja federal, é necessário ir ao estado onde a causa foi julgada para que esse procedimento seja feito.

      Espero ter ajudado 😀

      • Fabio
        Postado às 12:49h, 08 março Responder

        Desculpe mas você está equivocado, o juiz natural na ação de inventario é o estadual independentemente do estado de sua origem, precatório federal pode ser em qualquer estado da federação.

        • Breno Rodrigues
          Postado às 13:13h, 08 março Responder

          Olá Fábio, tudo bem?

          Eu estava me referindo a inscrição dos herdeiros no processo. E isto, deve ser feito na comarca/vara de origem do processo. Assim não é possível fazê-lo em outro estado no caso de precatório estadual ou num estado fora da juridição do TRF no caso de precatório federal. Quanto ao inventário, realmente é o juiz estadual.

          Espero ter sido mais claro 🙂

  • ROBERTO Vieira dos Santos
    Postado às 01:14h, 23 agosto Responder

    Boa noite!
    Minha mãe tem um precatório federal ( herança do meu falecido avô), ela têm 8 irmãos e minha avó é pensionista do meu avô, é necessário inventário para sacar o dinheiro? O que é necessário para fazer o inventário e qual o prazo?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 17:11h, 23 agosto Responder

      Olá Roberto, tudo bem?

      Se houver consenso da forma da divisão do precatório não é necessário ter inventário. Apenas a habilitação dos herdeiros de seu avô no processo. Agora o prazo para o inventário e de acordo com a partilha. Para habilitação no processo o prazo é de dois anos após o pagamento, para evitar que ele volte para os cofres públicos.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Rosana soares
    Postado às 15:07h, 23 agosto Responder

    Boa tarde, minha mãe e viuva, e meu padrasto era parte de uma ação trabalhista contra a união, e o precatório saiu essa semana. Minha mãe recebe a pensao dele, meu padrasto tem dois filhos que ninguém sabe onde anda. Queria saber se e preciso encontrar esses dois filhos pra ela receber esse precatório, ou se não. Se o valor e direito só dela?
    Pq o TRT está exigindo inventário para disponibilizar o dinheiro.
    Ela ligou lá no tribunal e disseram que ela tinha que ir com pelo menos um filho do de cujus. E fato isso?
    Não sei o que fazer, não temos como pagar um advogado agora. Obrigada se puder ajudar.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:09h, 23 agosto Responder

      Olá Rosana, tudo bem?

      Pelo que eu entendi seu padrasto faleceu e tem um precatório em nome dele, correto? Nesse caso os filhos somente dele e os filhos de sua mãe com ele também tem direito ao precatório. Há a exigência de inventário quando não há a concordância de todos os herdeiros no processo. E como eles estão “sumidos” não podem concordar com a divisão e serem habilitados no processo, precisando assim do inventário.

      Assim é necessário encontrar estes dois filhos sim, já que sua mãe não será habilitada sozinha no processo. Quanto a advogado, você pode procurar universidades de direito. Na maioria delas há um grupo dedicado a prestar serviços jurídicos gratuitos. Mas para abrir o inventario, ele deve ser feito em até 60 dias após a morte de seu padrasto para evitar multas.

      Espro ter ajudado 😀

  • Bruna
    Postado às 22:41h, 31 agosto Responder

    Olá!
    No caso em que os herdeiros não tenham interesse em constituir o mesmo advogado que o credor já falecido.Eu posso optar por fazer a habilitação de herdeiro através de um defensor público?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:34h, 03 setembro Responder

      Olá Bruna, tudo bem?

      Você pode trocar o advogado em qualquer momento do processo. Porém creio que primeiro você deveria fazer a habilitação para depois trocar o advogado do processo. Isso se deve ao fato de como vocês ainda não estão no processo não teriam como solicitar nenhuma mudança ainda.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Ellen
    Postado às 12:36h, 10 setembro Responder

    O que fazer quando os filhos sacamo dinheiro e a mãe que tb é herdeira, morre sem sacar a sua parte do precatório? O que os herdeiros dela devem fazer para sacar o valor que correspondia a ela?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:40h, 10 setembro Responder

      Olá Ellen tudo bem?

      Se todos os herdeiros já estão habilitados no processo, o procedimento é mais simples. Bastaria a comprovação da morte dela e como seria feito a partilha entre herdeiros. Não sendo muito diferente do que foi feito para o saque do valor que seria relacionado ao credor original.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Heverson Augusto
    Postado às 19:05h, 11 setembro Responder

    Bom minha vó tem um precatorio pra receber ja estao pagando todos os vivos e nos herdeiros tao falando sobre inventario, a questao é que temos um inventario de uma casa que comprova quem são os herdeiros esse inventario serve pra receber esse precatorio ? ou tem que fazer outro ? pois se for pra fazer outro nao compensa … herdeiros direto da minha vó, tem 3 e nos que somos neto por nosssa mãe ter falecido ja … gostaria que me explicasse

    • Breno Rodrigues
      Postado às 08:30h, 12 setembro Responder

      Olá Heverson, tudo bem?

      Não precisa de inventário desde que todos os herdeiros concordem com a divisão dos valores. Mas para ter direito ao recebimento todos os herdeiros devem estar habilitados no processo, ou seja, que seus nomes estejam inscritos como herdeiros e qual seria o percentual de cada um.
      Sem isso acontecer, o dinheiro pode ficar bloqueado até que haja essa definição. E no caso de precatórios federais, isso tem que ser relativamente rápido pois ele pode ser cancelado se não for sacado em até 2 anos.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Fabiano
    Postado às 11:17h, 12 setembro Responder

    Quando sai a liberação do precatório, o mesmo pode sair em nome de duas pessoas beneficiárias

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:41h, 12 setembro Responder

      Olá Fabiano, tudo bem?

      Mais de uma pessoa podem ter direito ao mesmo precatório, mas no geral apenas um percentual dele. Ou seja, as duas pessoas ficariam com 50% cada. Isto se elas forem inscritas no processo como herdeiros. Desta forma não haveria como uma pessoa fazer o saque de todo o dinheiro sem a anuência da outra.

      Espero ter ajudado 🙂

  • RENATA DE SOUZA
    Postado às 10:00h, 14 setembro Responder

    Bom dia. Meu esposo teve um processo onde foi determinado a expedição de precatório, mas o advogado não providenciou alguns documentos e o processo foi arquivado em 2001. Meu esposo faleceu em 2009. Eu, como herdeira, posso pedir para dar andamento no processo e expedir este precatório? Vi algo que diz em prazo de 5 anos para requerer.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:46h, 14 setembro Responder

      Olá Renata, tudo bem?

      Depende. Se o processo chegou a ter o precatório expedido, isso é possível de fazer sim. Se não o foi, é necessário verificar o seu processo. Digo isso porque quando um processo é arquivado, no geral, não se pode pedir mais nada em relação a ele. Deveria ser uma outra ação. Mas daí como isso foi em 2001, uma nova ação talvez não seria possível, ainda mais que seu marido, que era o requerente, faleceu em 2009.

      O ideal, como seu caso é bem específico, é conversar com o advogado do processo já que ele está mais inteirado sobre o assunto.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Felipe
    Postado às 19:17h, 17 setembro Responder

    Boa noite. Em um precatório do TRF2 existem três herdeiros vivos, porém, um deles não foi localizado.
    Neste caso, é possível fazer a habilitação dos dois herdeiros encontrados e a divisão de 50% para cada um?
    Neste caso, ainda que já tenha existido inventário é possível realizar a habilitação diretamente no processo de execução?

    Obrigado

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:45h, 18 setembro Responder

      Olá Felipe, tudo bem?

      O melhor seria que isso não fosse feito. Se ele é registrado como um herdeiro e não tiver concordância dele numa mudança de divisão de partilha isso pode gerar muitos problemas para você no futuro. Mas você pode pegar a sua parte e deixar reservada a do outro herdeiro.
      Para o recebimento por parte dos herdeiros, é possível fazer apenas a habilitação no processo, não sendo necessário inventário. Mas como o post diz desde que todos os herdeiros estejam de acordo com a partilha, o que pode não ser o seu caso.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Lilian
    Postado às 12:08h, 25 setembro Responder

    Boa Tarde!
    Há um precatório de uma pessoa falecida que deixou herdeiros e uma viúva, a advogada informou que seria necessário realizar um inventário negativo para transferir o precatório para essa viúva. Está correto?
    Agradeço desde já.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:24h, 25 setembro Responder

      Olá Lilian, tudo bem?

      O Inventário negativo é realizado quando não há bens a serem partilhados entre os herdeiros. No geral não é necessário inventário para receber o dinheiro referente ao precatório, apenas a habilitação de todos os herdeiros e viúva no processo. Só há necessidade de inventário quando não há definição sobre a partilha em si, por exemplo na concordância da viúva, receber uma parte maior. Se não for este o caso, não precisa, até porque vocês pagariam um percentual em cima do valor total do precatório que ainda não tem previsão de receber, gerando um custo grande para ter um ativo parado.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Tanthyscelea Herminio
    Postado às 12:15h, 05 outubro Responder

    Olá, meu avô era perito criminal e tem um precatório para receber, o sindicato que entrou com a ação mas eles disseram que era necessário o inventário, mas só que a casa que tem é tanto do meu avô quanto da minha avó que está viva, e ele disse que para se fazer o processo de habilitação no processo era necessário ser feito o inventário, mas vi que com o NCPC não há necessidade de inventário para se fazer a sucessão até onde sei o inventário só é necessário no caso de algum bem ser deixado pelo falecido. Você saberia dizer se a habilitação seria só da minha avó ? ou os filhos tbm seriam habilitados?

    Obrigada

    • Larissa
      Postado às 14:22h, 25 outubro Responder

      Boa tarde Tanthyscelea, tudo bem?
      A habilitação é válida para todos os herdeiros. A habilitação de herdeiros, deve ser feita por meio de advogado. Para isso, geralmente são necessários os documentos pessoais dos herdeiros, a certidão de óbito comprovando o falecimento e, eventualmente, a certidão de casamento da viúva, além da procuração concedida ao advogado.
      Espero ter ajudado e peço desculpas pela demora 🙂

  • Maria da Glória kremer
    Postado às 14:16h, 05 outubro Responder

    Meu pai faleceu não tinha inventário.. portanto a certidão foi apresentada aos autos por advogado.
    Acho q já deveriam pagar os herdeiros .por critério de morte do titular.. prioridade por morte. Certo? Pensem nisso. Esse processo em nome de Bertilo kremer .. entrou no orçamento de 2006.. meu pai faleceu em 2009.. que vergonha.. prioridade por doença prioridade por idade. E cadê a prioridade por morte??? Estamos esperando..?😨

  • Maria da Glória kremer
    Postado às 14:24h, 05 outubro Responder

    Meu pai faleceu não tinha inventário.. portanto a certidão foi apresentada aos autos por advogado.
    Acho q já deveriam pagar os herdeiros .por critério de morte do titular.. prioridade por morte. Certo? Pensem nisso. Esse processo em nome de Bertilo kremer .. entrou no orçamento de 2006.. meu pai faleceu em 2009.. que vergonha.. prioridade por doença prioridade por idade. E cadê a prioridade por morte??? Estamos esperando..?😨o nosso está na colocação 163. Como normal. Não é normal! Nosso pai já faleceu! Tem q ter prioridade por morte Sim!😫😫agora processos por idade estão passando em nossa frente sendo q ganharam a causa faz pouco tempo. Isso não é justo.. estamos esperando desde 2006.. estão pagando por idade antes do nosso.. isso não é justo.. ? Indignada.

  • Cristina
    Postado às 00:17h, 06 outubro Responder

    Boa noite, Breno Rodrigues!
    A minha avó faleceu e deixou um precatório (ação ganha em todas as instâncias).
    Ocorre que existe uma suposta divida criada pelo Banco da qual ja ganhamos em primeira instância a sua extinção. A pergunta é: se o Banco porventura ganhasse a ação, ele poderia se habilitar no precatório como credor?.
    Obrigada

    • Daniel Costa
      Postado às 23:01h, 10 outubro Responder

      Cristina,
      se o banco ganhar a ação ele poderá solicitar a penhora dos valores no precatório.

  • Angélica
    Postado às 10:20h, 15 outubro Responder

    Bom dia!
    Meu sogro é falecido, meu marido e sua irmã herdeiros, estão com precatório para receber que veio no nome do meu sogro. Porém entraram com o processo de habilitação dos herdeiros justiça federal em Alagoas. Desde o dia 13 de julho está concluso para julgamento e até hoje nada. Em maio de 2019 faz 2 anos. Será que ainda vai demorar muito?

    • Larissa
      Postado às 16:36h, 25 outubro Responder

      Boa tarde Angélica, tudo bem?
      É difícil dizer quanto tempo pode demorar, pois vai depender do tempo que o julgador vai levar para avaliar o processo e liberar.
      Desculpe não poder ajudar mais 🙁

  • Isabelle
    Postado às 13:25h, 17 outubro Responder

    Boa tarde, precatório de falecido em fase judicial de execução. Quem terá direito a receber o valor? Apenas os herdeiros que recebem a pensão por morte do falecido, ou todos os herdeiros?

    • Larissa
      Postado às 15:13h, 18 outubro Responder

      Boa tarde Isabelle, tudo bem?
      A pensão por morte é um benefício pago aos dependentes do segurado do INSS, que vier a falecer. Esse benefício não tem relação com o pagamento do precatório. Quando ocorre a morte do credor, é possível realizar um processo de inventário. Nesse processo, o precatório vai para o inventário e, portanto, todos os herdeiros devem receber o precatório.

      Espero ter ajudado:)

  • Mara
    Postado às 22:33h, 18 outubro Responder

    Olá! Caso: um pai faleceu e tem precatórios a receber já está em fase de execução,nesse caso tem que abrir inventário para a viúva e os herdeiros ou somente se habilitar nesse processo de precatório?todos os herdeiros estão de acordo.

    • Larissa
      Postado às 16:57h, 26 outubro Responder

      Boa tarde Mara, tudo bem?
      Com o falecimento, é possível a habilitação de herdeiros, que deve ser feita por meio de advogado, sem precisar abrir inventário. Para isso, geralmente são necessários os documentos pessoais dos herdeiros, a certidão de óbito comprovando o falecimento e, eventualmente, a certidão de casamento da viúva, além da procuração concedida ao advogado.
      Espero ter ajudado 😀

  • Cris
    Postado às 19:19h, 22 outubro Responder

    Olá Dr, boa noite, há como habilitar herdeiros mandando as documentações para a Vara responsável? No meu caso 25° TRF 1

    • Larissa
      Postado às 18:32h, 24 outubro Responder

      Boa noite Cris, tudo bem?
      A habilitação de herdeiros deve ser feita por meio de advogado. Para isso, geralmente são necessários os documentos pessoais dos herdeiros, a certidão de óbito comprovando o falecimento e, eventualmente, a certidão de casamento da viúva, além da procuração concedida ao advogado.
      Espero ter ajudado 🙂

  • MARIA CELESTE MARQUES DA CUNHA
    Postado às 09:17h, 25 outubro Responder

    Ao processo de Inventário, foi incluido créditos de um Precatório. Os bens totais são: 3 imóveis e esse crédito em dinheiro. Com o formal de partilha pronto foi constatado pelo Ministério Público que falta pagar o ITBMC de dois imóveis. Pode ser expedido alvará judicial para ser pago esse crédito aos herdeiros, antes do final do processo? A inventariante é idosa de 79 anos e com necessidade financeira para tratamento de saúde.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:29h, 07 novembro Responder

      Olá Maria Celeste tudo bem?

      Por lei, pessoas com idade superior a 60 anos tem direito a prioridade em processos judiciais e também no pagamento de precatórios. Dessa forma uma parte do precatório pode ser paga antecipadamente. Este valor é limitado a 5 vezes o valor mínimo do precatório do ente devedor. Assim, se todos os herdeiros já foram habilitados no processo, pode ser pedido este crédito prioritário. Dê uma olhada neste post e converse om seu advogado para ele te ajudar no requerimento.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Adriano
    Postado às 00:30h, 26 outubro Responder

    Boa noite Cris, minha mãe faleceu e ela deixou 2 filhos registrados e o viúvo, quais desses tem direito a receber os precatórios?

    • Larissa
      Postado às 13:36h, 26 outubro Responder

      Boa tarde Adriano, tudo bem?
      Os três tem direito a receber os precatórios desde que estejam habilitados no processo. Com o falecimento, é possível a habilitação de herdeiros, que deve ser feita por meio de advogado.
      Espero ter ajudado 🙂

  • Luciana
    Postado às 07:04h, 01 novembro Responder

    Bom dia
    Eu tenho um dúvida se a falecida deixa bens e tem precatórias a receber tudo deve ser declarado no processo de inventário?
    Ou no caso das precatórias não precisa Fazer inventário só a habilitação ?

    • Larissa
      Postado às 13:56h, 01 novembro Responder

      Boa tarde Lu, tudo bem?
      No caso dos precatórios, não é necessário inventário, apenas o processo de habilitação dos herdeiros.Para isso, geralmente são necessários os documentos pessoais dos herdeiros, a certidão de óbito comprovando o falecimento e, eventualmente, a certidão de casamento da viúva, além da procuração concedida ao advogado.
      Espero ter ajudado 🙂

  • Leo Pimentel
    Postado às 09:13h, 01 novembro Responder

    Bom dia, a minha mãe tem um precatório já com o valor depositado para pagamento. Ela é falecida, eu fiz o inventário mas nao coloquei o precatório. Pedi a habilitação ao juiz na assessoria de precatorios do tribunal e a juíza decidiu que para receber o valor já depositado, eu deveria fazer a sobrepartilha por questões de segurança jurídica e do pagamento do ITCMD. Vou pedir a reconsideração da decisão, existe algum entendimento jurisprudencial atual para que eu possa fundamentar a minha petiçao, como do STJ? Ou eu tenho que fazer obrigatoriamente a sobrepartilha, mesmo nao havendo litígio entre os herdeiros, no caso eu e minha irmã?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:28h, 07 novembro Responder

      Olá Léo tudo bem?

      O seu pai já é falecido? Porque se não for o caso ele também teria direito ao precatório. Assim talvez esse seja o motivo do pedido da juíza pelo inventário e para preservar a segurança jurídica. Se não for este o caso, não há a obrigatoriedade do inventário para o precatório, a simples habilitação poderia fazer isto.

      Quanto à jurisprudencia, o TRF4 teve uma decisão favorável neste sentido. Esta mudança no entendimento vem desde o Novo CPC.

      Quanto ao ITCMD, não saberia te dizer se ele é devido se não for parte do inventário. O ideal é procurar um advogado tributarista ou um contador.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Naraline
    Postado às 09:34h, 07 novembro Responder

    Olá, meu pai faleceu a 14 anos era professor e tem um processo de professores para receber uma precatória do Estado… podemos entrar no processo para receber o que ele tem direito? Tem minha mãe e três filhos adultos.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:59h, 07 novembro Responder

      Olá Nara, tudo bem?

      Pode sim. Basta pedir a habilitação de todos os herdeiros no processo. Se não houver nenhuma questão entre vocês sobre percentuais, o processo pode ser feito sem a necessidade de inventário.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Amanda
    Postado às 11:19h, 07 novembro Responder

    E se o juiz indeferir? Pode isso? Recorrer ou abrir um inventário extra?

    Segue um trecho da decisão:

    Em resposta (evento 98), o advogado informa que autora não possuía bens a partilhar requerendo a expedição de alvará em nome das sucessoras. (já habilitadas!)

    Mantenho a decisão retro que indeferiu o levantamento direto pelas sucessoras por meio de alvará.

    Intime-se.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:47h, 07 novembro Responder

      Amanda, tudo bem?

      Teria que entender melhor a situação. O precatório já foi depositado e o juiz não permitiu que o dinheiro fosse levantado? Se for este o caso, talvez seja necessário que o precatório seja reexpedido no nome dos herdeiros.
      agora se não for este o caso talvez seja necessário recorrer sobre a decisão. Digo isso porque o novo CPC é bem claro sobre a desnecessidade de inventário para que os herdeiro sejam habilitados no processo de execução e possam ter acesso ao dinheiro.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Mel
    Postado às 16:17h, 07 novembro Responder

    Olá , tenho um precatório Da prefeitura para receber do meu marido que faleceu , sou habilitada no processo mas disseram que preciso do inventário para receber esse dinheiro , tenho filhos e estão todos de acordo . Tenho que fazer o inventário extrajudicial ?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:24h, 07 novembro Responder

      Olá Mel, tudo bem?

      Não precisa fazer inventário se todos os herdeiros tiverem de acordo, como o próprio texto diz ( até citamos o inciso do novo CPC se quiser dar uma olhada). Mas e necessária a habilitação de todos os herdeiros.

      Espero ter ajudado.

  • Sueli Pereira Dias Rodrigues
    Postado às 14:45h, 12 novembro Responder

    Minha mãe faleceu e já foi feita a habilitação,gostaria de saber se tem prazo para que paguem,e como saber qual valor desses precatórios?? esses precatórios estão para serem pagos desde 2010 ??

    • Larissa
      Postado às 15:23h, 12 novembro Responder

      Boa tarde Sueli, tudo bem?
      Apenas com essas informações não consigo saber. É preciso saber como está o andamento do processo, o tribunal que foi julgado e de quais anos são os precatórios que ele ta pagando. Se você tiver o número do precatório é possível fazer uma consulta online. Esse post aqui pode ajudar, nele tem o passo a passo para realizar a consulta:
      http://blog.meuprecatorio.com.br/desmistificando/como-consultar-precatorios
      Caso ainda tenha dúvidas, ou não consiga realizar a consulta, você pode enviar as informações que citei para que eu possa te ajudar melhor.
      Espero ter ajudado um pouco 😀

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:03h, 12 novembro Responder

      Olá Sueli, tudo bem?

      Na teoria o precatório deve ser pago até 2 anos e meio depois da data de expedição. Na prática isso não acontece. Assim, para ter uma estimativa de prazo de pagamento e também como saber o valor, deve se saber qual o devedor para que você possa consultar o site do tribunal de justiça do seu estado e poder verificar isso.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Luciane
    Postado às 13:36h, 14 novembro Responder

    Boa tarde , sou herdeira e minha mae era funcionaria federal , o grupo pela qual ela participava ja recebeu e o advogado diz que tenho que esperar …quando ligo pra ele nunca me da resposta concretas …so fala pra ligar daqui a 6 meses…o processo foi ganho em outubro de 2017 e as pessoas receberam em janeiro de 2018 …so eu que nao …em 2011 mandei toda a documentaçao para habilitar …eu nao deveria receber junto com o grupo ??? Agradeço a resposta desde ja.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:05h, 14 novembro Responder

      Olá Lu, tudo bem?

      Depende. Pelo que entendi o grupo que você mencionou recebeu o dinheiro ou por RPV, ou por parcela prioritária, na qual um precatório de alguém que tenha mais de 60 anos ou tenha doença grave é recebido antes se o valor for abaixo de 5 Rpvs, ou 300 salários mínimos). Assim se a segunda opção, você deve receber em 2019 apenas, já que provavelmente sua mãe morreu antes que fosse pedida prioridade na parte dela.

      Dessa forma é necessário entender a situação deste grupo e saber se os valores eram os mesmos ou não. E a única forma de saber isso é consultando o processo diretamente na vara. Lá você terá respostas mais concretas.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Rosemeire da Silva
    Postado às 13:50h, 16 novembro Responder

    Boa tarde, meu ex marido pediu antecipação dos precatórios vindo de um processo contra o INSS, no caso ele estava com doença grave, tenho dois filhos com ele, esses maiores de idade, ao qual minha filha que correu com o pai para exames pagos, tudo pago no cartão dela e parcelado ou ele morreria sem socorro.
    pelo SUS ele não teria tido tempo nem de fazer os exames.
    Ele faleceu no dia 27 de outubro, “foi avisado” dia 26 de pagamento para dia primeiro de novembro, na realidade acreditamos que, ele não ficou sabendo pelo estado grave que se encontrava,, os valores entraram na conta do advogado pós morte, ao qual esse transferiu para a conta da esposa atual.
    1-Meus filhos tem direito a esse precatório como herança?
    2- A esposa atual poderia ter aceitado esses valores entrarem na conta dela pelo advogado e não avisar meus filhos ou esses valores deveriam ter entrado na conta dele para seguir em inventário e ela como meeira?
    3- Quais ações devem ser tomadas?
    Obrigada, agradeço a resposta se possível com certa urgência.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 08:59h, 19 novembro Responder

      Olá Rose, tudo bem?

      Esse é um assunto um pouco complexo e depende de algumas interpretações e mais informações.

      No geral o dinheiro recebido diretamente pela viúva deve ser colocado em inventário para a partilha, já que há despesas a serem pagas decorrentes de doença e morte de seu ex marido. Assim ele entraria no bolo a ser partilhado e retirado eventuais despesas e impostos.
      Quanto ao direito em si dela receber tudo, ela será, a principio herdeira. Precatórios referentes a salários não pertencem ao cônjuge vivo diretamente. Assim o dinheiro deveria ter entrado na conta do falecido.
      Há duas formas de se resolver isto, amigavelmente ou judicialmente. Caso a viúva não aceite a re-divisão via partilha, pode ser acionada judicialmente para que um juiz decida sobre a melhor forma de haver esta divisão.

      Espero ter ajudado 🙂

      • Rosemeire da Silva
        Postado às 19:09h, 19 novembro Responder

        No caso, como conversado in box, ela é herdeira e não meeira, sendo assim a divisão se faz em partes iguais? Obrigada por responder!

        • Breno Rodrigues
          Postado às 08:54h, 20 novembro Responder

          Rose,

          A princípio sim. Mas tem que se saber mais sobre o precatório.

          Espero ter ajudado 🙂

  • Elias
    Postado às 23:46h, 18 novembro Responder

    Boa Noite!
    Precisava de uma orientação:
    Meu avô faleceu em Agosto de 2006 e minha mãe e seus irmãos não sabiam de um processo de precatório que estava sendo julgado e ontem navegando pela internete, fiz uma consulta no Google com o nome do meu avô e encontrei o processo 008605003.1982.8.26.0053
    Onde consta meu avô como parte para receber um precatório.

    Minha mãe e seus irmãos não sabiam desse processo e nem se qual advogado estava representando meu avô neste processo.
    Como minha mãe e seus irmãos devem proceder para ver se eles ainda tem direito em receber este precatório, pois pelo que consultei no site TJ SP com n° do processo, consta que ele está ativo, pois a última movimentação foi agora em novembro 2018.

    Poderia dar uma ajuda para que eles possam ter o melhor caminho a seguir e se for de direito, receberem este precatório!

    Agradeço antecipadamente.

    Elias.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 08:52h, 20 novembro Responder

      Olá Elias, tudo bem?

      Primeiramente todos os herdeiros devem ser habilitados no processo. O que quer dizer que eles serão inscritos como beneficiários. A partir daí vocês terão acesso ao processo e verificarão como está a situação do precatório, se ele já foi efetivamente pago ou não. Como o processo ainda está ativo é possível que não tenha havido prescrição por não movimentação da parte de seu avô. Mas o ideal é procurar o advogado original do processo. Na lista de partes do processo, consta os advogados de cada um dos requerentes.

      Pela movimentação do processo já houve o pagamento de uma parte do precatório a alguns dos credores em 2017 e 2018. Então é possível que o dinheiro já esteja disponível.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Lidiane Barroso Costa
    Postado às 16:39h, 22 novembro Responder

    Boa tarde,minha sogra tem direito a receber a precatória da mudança de fundef para fundeb,porém em 2007 ela faleceu,estão comentando na cidade que o pagamento provavelmente será agora em 2019,no caso como devem proceder meu marido e meu cunhado(no caso,únicos herdeiros)?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 15:07h, 23 novembro Responder

      Olá Lidi, tudo bem?

      Primeiro é necessário verificar se sua sogra realmente tem direito ao benefício. Como não há o nome de nenhum servidor público no precatório, essa organização dos possíveis beneficiários é feita pelo sindicado da cidade dela. Assim, tanto para verificação do benefício quanto a inscrição de seu marido e cunhado como beneficiários deve ser feita junto ao sindicato.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Alex Palma
    Postado às 19:01h, 23 novembro Responder

    Boa noite, gostaria de mandar via email uma questão….teia como fazer isso?

    Att.
    Alex

  • Rodrigo Jofre Camargo
    Postado às 10:27h, 07 dezembro Responder

    Minha mãe tem precatório do Estado de São Paulo – Spprev – a receber. Porém, ela faleceu em 2016. Ela estava na fila prioritária. Neste ano, 2018, saiu um parcial de 4o%. O dinheiro foi depositado, mas o banco devolveu dizendo que o beneficiário havia morrido. Fui informado pela advogada que cuida do caso que o dinheiro voltou para a conta jurídica do juiz responsável e que agora temos de aguardar na fila normal sem prioridade.
    Gostaria de saber se isso é possivel e se há algo que eu possa fazer.
    Obrigado.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:51h, 07 dezembro Responder

      Olá Rodrigo, tudo bem?

      Você e os outros herdeiros foram habilitados no processo? Porque isso não deveria acontecer caso já estivessem como beneficiários. Após a homologação de todos os herdeiros no processo, em tese, a prioridade permanece. Digo em tese porque é normal que filhos recebem parcelas priori´tarias referentes aos pais. Mas no seu caso específico que o dinheiro foi devolvido, não sei se há alguma jurisprudência nesse sentido que permita que o dinheiro volte a uma conta judicial no nome de vocês. Então sua advogada pode estar certa, mas talvez seja bom ouvir outros especialistas da área.

      Espero ter ajudado 🙂

  • DANIEL LEONARDO JUNQUEIRA
    Postado às 15:57h, 07 dezembro Responder

    Boa tarde amigo

    Ótimos artigos, tenho pesquisado e aprendido muito.

    Uma dúvida, em um processo com + de 20 pessoas, 1 dos credores falece, qual o procedimento a ser tomado? Visto que a família não tinha conhecimento dessas ações.

    Pode os herdeiros contratarem outro advogado de sua confiança para dar continuidade na execução, caso já esteja em curso?

    É como fica o outro advogado Inicial?

    Desde já agradeço

    • Breno Rodrigues
      Postado às 07:24h, 10 dezembro Responder

      Daniel,

      É necessário a habilitação no processo de todos os herdeiros do credor falecido, ou apenas do inventariante se já tiver sido aberto inventário.
      Como te respondi anteriormente, é simples trocar os advogados no processo. A única questão é que o advogado antigo terá direito a uma parte dos honorários referente ao período em que esteve no processo.

      Espero ter ajudado 🙂

  • DANIEL LEONARDO JUNQUEIRA
    Postado às 16:06h, 07 dezembro Responder

    Boa tarde

    Melhor dizendo, os herdeiros tem que obrigatoriamente manter os mesmos advogados? Ou podem ser habilitados por um novo advogado?

    Att

    • Breno Rodrigues
      Postado às 07:21h, 10 dezembro Responder

      Olá Daniel, tudo bem?

      Não necessariamente. Os advogados do processo podem ser trocados a qualquer hora, por qualquer razão, independente se forem de herdeiros ou não. O processo de habilitação é relativamente simples bastando uma nova procuração.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Tânia Batista
    Postado às 15:23h, 08 dezembro Responder

    Boa tarde, Breno Rodrigues!
    A habilitação de herdeiros em processos judiciais de conhecimento ou de cumprimento de sentença/execução só pode ser feita pelo advogado original do processo ou pode ser feita por outro advogado?
    Caso seja feito a habilitação por advogado diverso do procurador do processo, há justificativa para que este represente contra o novo advogado na OAB?

    Acha necessário os herdeiros notificarem primeiro o advogado do processo original, comunicando o falecimento e pedindo para este habilitar todos os herdeiros? Ou não há necessidade, pode-se constituir diretamente um advogado para a habilitação?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 15:40h, 10 dezembro Responder

      Olá Tânia, tudo bem?

      A habilitação no processo pode ser feita por qualquer advogado sim, sem problemas, afinal é um procedimento simples de sucessão. Não havendo assim motivos para que o novo advogado sofra alguma representação na OAB.
      O ideal é avisar o advogado atual do falecimento do credor sim, ao menos para que ele fique ciente e providenciar novas procurações se ainda decidirem mantê-lo como advogado do caso.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Ivanise
    Postado às 18:40h, 10 dezembro Responder

    Olá, Boa noite!

    Uma senhora viúva fazia parte de um processo como contra o DNER, ela faleceu em janeiro de 2018, não deixou bens, exceto essa ação. Em contato com o sindicato, eles informaram que ela não foi encaminhada para o recebimento do precatório em virtude do seu falecimento e que seria necessário inventário negativo. Ocorre que ela teve aproximadamente 15 filhos, vários faleceram ainda pequenos, outros maiores e sabe-se que constituíram família. Porém juntamente com a mãe conviviam apenas 3 filhos. Os demais não conseguem localizar, foram embora da cidade há muitos anos e não se tem notícias. Neste caso, a simples habilitação não seria possível em virtude da ausência destes? Como o órgão é Federal, qual justiça seria competente para processar e julgar esse inventário?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:11h, 11 dezembro Responder

      Olá Ivanise, tudo bem?

      No caso de não haver contato com todos os herdeiros da viúva será necessário o inventário. Já que não houve a concordância expressa de todos os herdeiros, em parte porque não foram encontrados, qualquer simples habilitação pode ser negado pelo juíz ou então ser questionada por um herdeiro que reapareça eventualmente. Quanto ao inventário, ele é de competência da justiça estadual, independente se o precatório está na justiça federal.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Pedro
    Postado às 12:50h, 14 dezembro Responder

    – Data Depósito : 2015-10-01 00:00:00 Valor Depósito : 5051.14
    – Data Devolução : 2017-11-08 00:00:00 Valor Devolvido : 6785.46
    – Recolhimento : 4

    Precatório Federal – Pernambuco – Justiça Federal.

    Trata-se de um precatório federal, processo da Justiça Federal em Pernambuco. A parte faleceu em 13/03/2010, não deixou menores, incapazes ou viúvo, somente dois herdeiros maiores. Como eles podem receber isso? Como fazem pra habilitares seus créditos?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:43h, 14 dezembro Responder

      Olá Pedro, tudo bem?

      Antes de tudo é necessário desarquivar o processo. Após isso procede-se a habilitação dos herdeiros. Como não há, a princípio problemas na partilha, não é necessário a realização de inventário. Após a habilitação é necessário uma petição para a re-expedição do ofício requisitório. Já que com a devolução do dinheiro aos cofres públicos, é necessário outro precatório e a sua inscrição no orçamento para que o pagamento possa ser realizado e o saque por parte dos herdeiros.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Glaucia
    Postado às 19:05h, 16 dezembro Responder

    Boa noite.

    Meu pai faleceu e era parte em cinco ações de precatórios, ajuizadas pelo sindicato da categoria a que ele pertencia.
    No caso da habilitação nos processos, considerando que foi uma ação ajuizada pelo setor jurídico do sindicato, será necessário que os herdeiros constituam novo advogado, ou a ação continua por conta do advogado do sindicato? Obrigada.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 08:58h, 17 dezembro Responder

      Olá Gláucia, tudo bem?

      Não é necessário constituir um novo advogado. Basta pedir ao advogado atual que faça a habilitação dos herdeiros de seu pai. Caso queiram que um outro advogado de confiança da família seja incluído na ação, isso também pode ser feito sem nenhum problema. Mas não existe nenhuma obrigação nesse sentido.

      Espero ter ajudado 🙂

  • EDUARDO VARGAS
    Postado às 14:19h, 18 dezembro Responder

    qual o seu tel..boa tarde tenho um dinheiro na caixa de origem de uma causa ganha do dnit que e equiparaçao salarial a muitos anos ganha agora so que ela faleceu e o juiz que efetuou a açao nao me habilitou ,isso e demorado/isso tem validade de quanto tempo.?sera que este aumento nao refresca a mente do juiz e ele pense melhor que nao e so ele que precisa?Eles tiveram aumento de 16% e mesmo assim nao olham pra ninquem,tive parte do pe amputado estou gastando pois botei dois estandi na perna e gasto com medicamentos como posso sensibilizar este juiz de brasilia a me dar a habilitaçao pois sou filho unico eo dinheiro esta na caixa economica .esta rendendo,mas como falei eu preciso por gentileza se tem uma formula pra me ajudar.desde ja agrdeço edu

    • Breno Rodrigues
      Postado às 17:03h, 18 dezembro Responder

      Olá Edu, tudo bem?

      Lamento ouvir de sua situação. Para receber o dinheiro você necessita ser habilitado no processo mesmo. A única questão é que como o dinheiro já está depositado, talvez o trâmite seja um pouco mais complicado. Porque pode ser que seja necessário a expedição de um novo precatório com o seu nome. Há a possibilidade de efetuar o saque via advogado, também, o que é muito mais rápido que esperar o judiciário. O processo de habilitação demora entre 1 a 4 meses, dependendo do tribunal e do juiz em que o processo caiu. Há a possibilidade de sequestro humanitário, no qual o credor pede o pagamento mais rápido de um precatório devido a problemas graves de saúde, mas creio que não seu caso isso não se aplica já que o depósito já foi feito.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Adriana Souza
    Postado às 14:22h, 20 dezembro Responder

    Tem um inventário correndo de um tio a 8 anos e uma tia entrou com o inventário nesse período morreram alguns irmãos e nada do inventário terminar pode a inventariante receber a eranca sozinha por meio precatório. Tem 4processo precatório dentro de um só.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:14h, 21 dezembro Responder

      Olá Dri, tudo bem?

      Tecnicamente falando, o inventariante pode sim receber o precatório na conta dela, desde que ela seja habilitada para tal no processo do precatório. Ou então pode ser criada uma conta em nome do espólio do seu tio falecido. Onde ela também seja a responsável pela movimentação. Com a diferença que não estará na conta pessoal dela.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Cristiane
    Postado às 11:00h, 25 dezembro Responder

    O sindicato ajuizou uma ação de reconhecimento e ganhou.Agora vai dar entrada na ação de execução para formação dos precatórios. Ocorre que meu pai( que seria o beneficiário da ação) faleceu antes de dar entrada no processo de execução. Nesse caso é necessário inventário? Ou existe outra opção para darmos entrada nesse processo?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:23h, 27 dezembro Responder

      Olá Cris, tudo bem?

      A sucessão de seu pode ser feita em qualquer do processo, tanto antes da formação do precatório, quanto depois. O que define a necessidade de inventário é se todos os herdeiros estão de acordo com a divisão. Se este for o caso, basta pedir aos advogados do sindicato para fazer a inclusão de todos os herdeiros no processo. Caso contrário será necessário inventário e o espólio de seu pai que será o beneficiário.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Maria Diniz
    Postado às 16:14h, 26 dezembro Responder

    Tive uma Uniao estável com um sr. por 17 anos, inicio em 1997. Em 2004 foi feita uma dissolução judicial da uniao, mas permanecemos juntos ate a morte dele em 2010. Em 2009 foi feita uma certidão de uniao estável dizendo que vivíamos em união estavel a mais de 12 anos. Ele tem um precatório para receber e os filhos se habilitaram no processo de execução me excluindo.
    O advogado responsável ,e os outros herdeiros ,pela habilitacao continuam afirmando que a dissolução da união foi feita em 2004 antes da morte do referido sr. , ignorando a certidão feita em 2009… Gostaria de saber como fazer para me habilitar nesse processo , ja que me excluíram da habilitação e sou pensionista e companheira. Muito obrigada

    • Breno Rodrigues
      Postado às 15:45h, 27 dezembro Responder

      Olá Maria, tudo bem?

      Você pode pedir a inclusão de maneira judicial, ou então requerer a criação de inventário. Como você tem documentos que comprovem que a união estável ainda estava em curso, basta pedir um advogado para que protocole o seu pedido de habilitação.
      Já no inventário você será uma das partes interessadas. Mas esse processo é mais demorado, caro e somente justificado no caso de grandes fortunas ou divergências na partilha. Caso não haja uma solução amigável, isso pode ser feito.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Tercília B. R. Capelo
    Postado às 19:29h, 27 dezembro Responder

    Preciso de uma orientação. Depois de 15 anos numa ação ordinária contra o IPESP, para receber um numerário ganho por um funcionário falecido, cujo beneficiário era a esposa, saiu a guia de levantamento do precatório junto a conta judicial do B. do Brasil. Como advogada da beneficiaria, o valor deveria ser depositado em minha conta corrente, mas isso não ocorreu porque o banco descobriu que a beneficiaria havia falecido. Não consegui contato com nenhum herdeiro e gostaria que me orientasse como requerer meus honorários. A ação me concedeu 10% do valor a ser levantado e pelo contrato de honorários que está anexado nos autos tenho 30% do valor a ser recebido pela autora. Não tinha conhecimento da morte da beneficiária até o banco me informar. como devo proceder.? E se não encontrar os herdeiros?.

    como vou

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:58h, 02 janeiro Responder

      Olá Tercília, tudo bem?

      É possível pedir o destacamento do valor dos honorários do valor total. Dessa forma você pode receber independente da situação da credora e da existência ou não de herdeiros. Digo isto porque, da forma atual, será necessário inventário para que o dinheiro total seja liberado e só ai voce tenha acesso aos seus honorários.
      Com o destacamento, o pagamento pode até ser feito via RPV, dependendo do valor.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Juliana Roxo
    Postado às 16:49h, 02 janeiro Responder

    Saiu a guia de levantamento de um precatório junto ao Banco do Brasil. Como advogada o numerário deveria ser depositado em minha conta. Isso não aconteceu porque o beneficiário havia falecido. (eu não sabia, o banco que me informou). Como faço para receber os meus honorários? Não consegui contato com nenhum herdeiro. Tenho 10% de sucumbência deste precatório e 30% em contrato de honorários juntado aos autos.
    O que devo requerer judicialmente?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:29h, 03 janeiro Responder

      Olá Ju, tudo bem?

      Se o contrato de honorários já está juntado aos autos, basta pedir o destacamento de sua parte do valor principal. Com isso não será necessário esperar a abertura de inventário e encontrar os herdeiros da falecida paa que você tenha acesso ao dinheiro.

      Espero ter ajudado 🙂

  • EDUARDO VARGAS
    Postado às 15:04h, 07 janeiro Responder

    boa tarde escrevi pra voçe dia 18/12/2018e tive uma resposta a altura.e muito esclarecedora,no entanto nao resolveria pra min esta habilitaçao ,pelo extrato da caixa esta 105.000, estipula um honorario legal e voçe me ajuda,estou precisando de colocar 2estandi na perna cada um 10.000,tenho ipsemg da minha mulher mas devido a situaçao do estado de mg nao aceitan ela nao recebeu nem o 13salario.o ate a taxas foram pagas 5820,25,00ja esta na mesa dele toda a documentaçao. inventario atestado de obito e tudo certo forum de brasilia 2vara.por gentileza ver pra nos grato edu

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:50h, 09 janeiro Responder

      Eduardo,

      Não posso advogar, então infelizmente não posso te ajudar neste sentido. Você pode procurar a defensoria pública que tem advogados gratuitos ou ainda uma empresa júnior de uma faculdade de direito de sua cidade que também será de graça.

      Desculpe não poder te ajudar mais 🙁

  • Juliana Roxo
    Postado às 08:38h, 09 janeiro Responder

    Obrigada pela resposta. Então, Breno, este destacamento dos meus honorários seria através de expedição de alvará? Sim, o contrato de honorários foi juntado aos autos. E, como já disse anteriormente, a guia de levantamento do precatório (no valor total) ficou junto ao banco sem poder ser paga devido ao falecimento da beneficiária. Muito obrigada.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:41h, 10 janeiro Responder

      Juliana,

      Isso mesmo. Um novo alvará deve ser expedido fazendo esta separação. Com isso creio que seja possível fazer o levantamento do valor mesmo ele já estando depositado no banco.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Leonardo
    Postado às 13:26h, 10 janeiro Responder

    Gostaria de uma orientação. Minha cliente é a única filha do segundo casamento de sua mãe. Do primeiro casamento, sua mãe teve outros três filhos. Ela – a cliente – sabe da existência desses irmãos, mas desconhece tanto o nome completo quanto o endereço deles. Pois bem. Após dois anos do óbito da falecida mãe da cliente, descobriu-se que há um processo contra a prefeitura já em fase de expedição de precatório. Nesse caso, embora tenha fica claro que é possível requerer apenas a habilitação da herdeira nos autos da execução contra o ente público, questiono-me como requerer a expedição do requisitório sem a abertura de inventário e consequente nomeação de inventariante, considerando que a cliente não é titular de todo o valor a ser pago pela prefeitura?

    Desde já, mto grato pela atenção

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:48h, 10 janeiro Responder

      Olá Leonardo tudo bem?

      Ela só poderia fazer o saque de 25% do total, sem que possa haver problemas futuros através de petição que a homologue como herdeira de apenas parte do valor. O ideal é fazer o inventário justamente para localizar os filhos perdidos, nem que seja com oficial de justiça. O fato de não saber o nome completo deles não é justificativa para não procurar os irmãos visto, que com mãe em comum, é possível fazer uma pesquisa em qualquer base de dados nacional e encontrá-los, nem que para isso seja necessário intimações ou um oficial de justiça.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Edmar Pereira
    Postado às 15:30h, 14 janeiro Responder

    Boa tarde,

    Gostaria de ajuda. Minha mãe é pensionista do meu padrasto que era aposentado do governo federal. Ele ganhou um precatório alimentar referente a gratificação incorporada. A minha mãe era única dependente declarada em IR e é pensionista dele desde 2015. O precatório saiu em 2016. Os herdeiros tem algum direito, ou só a pensionista?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:10h, 15 janeiro Responder

      Olá Edmar, tudo bem?

      Depende do regime de casamento no qual sua mãe estava e também de quando o direito a esse precatório foi adquirido. Mas ela nunca será beneficiária sozinha.

      Caso o direito tenha sido adquirido antes do casamento, ela é herdeira, ou seja terá que dividir igualmente com os herdeiros, a não ser que ela tenha comunhão universal de bens, onde ela terá direito a 50%.

      Caso o direito tenha sido adquirido após o casamento, ela é meeira, ou seja tem direito a 50% do valor do precatório a não ser que é regime de separação total de bens, no qual ela terá direito a 33%.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Viviane
    Postado às 19:33h, 18 janeiro Responder

    Ola,

    Tenho um caso em que há crédito já disponível por meio de precatório de natureza alimentar para meu tio, contudo ele faleceu e deixou minha tia como unica beneficiária de pensão por morte. Ele tinha duas filhas do casamento anterior, maiores, casadas e servidores públicas federais. o direito ao recebimento do credito do precatório de natureza alimentar, visto que se trata de gratificações não concedidas é apenas da minha tia, ou as filhas também tem o direito? Pergunto pq se elas não tiverem o direito não haveria necessidade de inventário certo? Bastaria a declaração de única beneficiária da pensão para comprovar a exclusividade ao direito do crédito. Pergunto pq temos que habilitá-la no processo e não tem contato com as outras filhas. Obrigada.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:34h, 21 janeiro Responder

      Olá Vivi, tudo bem?

      Todas tem direito a parte do precatório. A única questão é que dependendo do regime de casamento de sua tia, ela pode ter direito a metade do valor, ou dividir igualmente com as filhas do primeiro casamento. A necessidade do inventário independe do número de herdeiros, mas sim da facilidade de fazer a partilha extrajudicialmente, ou seja, quando todos os herdeiros concordam com os valores.
      Desta forma, vocês precisarão entrar em contato com as filhas.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Luis
    Postado às 00:47h, 20 janeiro Responder

    Há um processo do meu pai (falecido) de precatório, Minha mãe está habilitada, pois na epoca fez inventário mas eu não fui incluido, mesmo sendo maior (o advogado falou que seria melhor e mais rapido).

    Agora quero me habilitar no precatório.Preciso abrir um novo inventário ou só me habilito direto?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:26h, 21 janeiro Responder

      Olá Luis, tudo bem?

      Depende. Se sua mãe estiver inscrita como inventariante, não há como fazer a inclusão pois ela que será a responsável pela partilha. A não ser que haja a substituição dela por você no inventário. Se tiver homologado apenas ela, basta que seu advogado faça uma nova petição para que você seja incluído no processo.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Conceição Maria de Oliveira
    Postado às 17:28h, 22 janeiro Responder

    Olá Breno, boa tarde.
    minha tia viuva, funcionária pública, 2 filhos, tinha um precatório contra a Fazenda Pública que já perdura a mais de 10 anos. Ocorre que na ultima vez que ligou para a advogada, soube que foi excluida do processo porque não constava dos autos que ela era funcionaria pública na data de constituição da Ação. Todavia, ela possui certidão expedida por onde ela trabalha onde consta que ela é funcionaria desde 1976, ou seja, a mais de 43 anos, enquanto que o requisito principal da ação era ser funcionária pública a 30 anos. Como ela pode pedir a reinclusão de seu nome na ação? Quais os documentos necessários para tanto? Outro fato, meu tio agora falecido, possuia os mesmos requisitos acima pois os dois trabalhavam no mesmo lugar e entraram no mesmo concurso, tambem foi excluido da ação pelo mesmo motivo. O que devemos fazer para, nesse caso reinclui-lo na ação já que minha tia tem tambem certidão de tempo de serviço dele onde consta 44 anos de trabalho no serviço publico? A minha tia deve, nesse caso, ser a herdeira junto com os filhos?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:12h, 24 janeiro Responder

      Olá Conceição, tudo bem?

      Sua tia deveria ter recorrido da exclusão no momento que ela ocorreu na verdade. Como isso não aconteceu é possível que o prazo para isso já tenha se esgotado. Desta forma você deve levar toda a documentação que comprove o vínculo dela e de seu tio com o estado e pedir a reinclusão no processo falando que foi excluída erradamente. Mas o juiz pode negar justamente pelo prazo ter expirado. Daí pode tentar mais algumas manobras jurídicas como agravos, mas poderá ser necessário entrar com um novo processo. No caso da parte de seu tio, isso só será possível após a reinclusão no processo, mas o ideal é sim habilitar sua tia como herdeira e os filhos dela.

      Espero ter ajudado 🙂

      • Conceição Maria de Oliveira
        Postado às 23:30h, 02 fevereiro Responder

        Obrigada Breno, vou fazer isso. Gratidão.

  • Daniel Pierre Gomes
    Postado às 17:01h, 23 janeiro Responder

    Tenho um precatório para receber e o advogado fez o inventário extrajudicial, fui ao banco com o traslado e a caixa não quis fazer o pagamento aos herdeiros informando que tem que fazer um alvará judicial para sacar o dinheiro. Essa informação procede?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:31h, 25 janeiro Responder

      Olá Daniel, tudo bem?

      Para o recebimento do precatório, além do depósito feito na conta, o juiz tem que emitir um alvará de pagamento para que o banco libere o dinheiro.

      Espero ter ajudado 😀

  • Mayra
    Postado às 11:16h, 25 janeiro Responder

    Olá, boa tarde! Meu tio falecido há muitos anos tem um precatório a ser recebido. O processo de inventário dele já terminou e está arquivado, deixou esposa e dois filhos maiores. Esse precatório não entrou no inventário pois nenhum dos herdeiros sabiam da existência dele. O que é necessário fazer para que minha tia receba este precatório? Seria caso de sobrepartilha?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:19h, 25 janeiro Responder

      Olá Mayra, tudo bem?

      Não é necessário inventário para fazer a homologação dos herdeiros no processo. Basta a inscrição de todos os herdeiros no precatório. A sobrepartilha só é necessária se não tiver acordo sobre a divisão do precatório, o que não creio que seja o caso.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Fatima Cristina Sona
    Postado às 11:45h, 28 janeiro Responder

    Minha mae tinha um processo de HSBC .. ganhou mas recorreram.. Ela faleceu em 2016. somos em quatro filhos.. ja fizemos inventario… quando vamos receber???

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:46h, 29 janeiro Responder

      Olá Fátima, tudo bem?

      Processos contra bancos privados é um pouco diferente de precatórios. Depende do número de recursos que o banco faz para que a execução de sentença seja efetivamente cumprida. Assim não tenho como te dar uma previsão de tempo, infelizmente.
      Mas como já fizeram o inventário basta que se esgote os recursos do HSBC para que vocês recebam.

      Espero ter ajudado 🙂

      • Selma
        Postado às 10:05h, 04 abril Responder

        Olá meu pai faleceu em 2017, e em busca no site do TJ pelo CPF dele encontrei um processo contra o estado e já está em fase de execução, como faço para saber se ele já recebeu os precatórios ou ainda não
        Obrigada

        • Breno Rodrigues
          Postado às 15:50h, 05 abril Responder

          Selma,

          Tem que verificar no processo se já ocorreu o saque ou então ir a uma agência do banco que está indicado no processo.

          Espero ter ajudado 😀

  • Juliane Rodrigues
    Postado às 19:36h, 28 janeiro Responder

    Olá, gostaria muito da sua ajuda.
    Tem um processo na Justiça Federal em que já transitou em julgado, e o juiz está esperando apenas o parecer das partes quanto ao valor calculado pela contadoria para expedir o RPV ou precatório.
    Ocorre que o autor faleceu, deixando uma viúva e 7 filhos, todos maiores e quando entrou com a ação, não constituiu nenhum advogado.
    Quero saber se posso habilitar apenas a viúva no processo e juntar uma declaração de renúncia dos outros herdeiros, visto que os mesmos querem que apenas a mãe receba ou se será necessário abrir um inventário para colocá-la como inventariante.
    Desde já, agradeço sua ajuda.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:55h, 29 janeiro Responder

      Olá Ju, tudo bem?
      Como dizemos neste post, o inventário só é necessário se não houver concordância quanto a partilha. No seu caso específico não é necessário a abertura de inventário, apenas a habilitação simples

      Espero ter ajudado 🙂

  • Clanton Santos
    Postado às 13:40h, 30 janeiro Responder

    Boa tarde!
    O pai da minha esposa tinha um precatório a receber, porém, faleceu antes. O valor do precatório já está disponível e depositado no banco. O de cujus não deixou outros bens.
    Ainda seria possível os herdeiros se habilitarem no processo do precatório, mesmo depois de findo este processo (que provavelmente está arquivado) ou agora somente através de inventário (inventário porque existe um herdeiro incapaz)? Até que fase processual os herdeiros podem fazer a habilitação num processo que envolva precatório?

    Desde já, agradeço a resposta.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 08:56h, 04 fevereiro Responder

      Olá Clanton, tudo bem?

      Como diz o post, não é preciso inventário para levantar dinheiro de precatório. Porém como ele já foi depositado o trâmite é um pouco mais complicado, já que será necessário expedir um novo precatório no nome dos herdeiros. Desta forma, é necessário desarquivar o processo e pedir a habilitação dos herdeiros. Como não existe herdeiro capaz, um procurador dos mesmos deve ser nomeado também.
      A habilitação pode ser feita em qualquer fase do processo, desde o início até o precatório já efetivamente depositado. A única questão é a complicação dos trâmites e o tempo para que se consiga a habilitação, que é menor em fases anteriores do processo.

      Espero ter ajudado 🙂

      • Clanton Santos
        Postado às 15:57h, 04 fevereiro Responder

        Boa tarde!
        Primeiramente, agradeço a resposta.

        Porém me desculpe…ainda com dúvidas…
        Novo precatório?? Não poderia requerer o desarquivamento do processo, comunicar o falecimento do beneficiário, requerer a habilitação dos herdeiros e solicitar a expedição dos respectivos alvarás de levantamento para cada herdeiro???

        • Breno Rodrigues
          Postado às 08:36h, 05 fevereiro Responder

          Clanton,

          O novo precatório é no sentido de um novo ofício, porque o valor já foi depositado em nome do falecido. A expedição de alvará de levantamento em nome do herdeiro dessa forma, pode não ser possível.

          Espero ter ajudado 🙂

  • Gliciane Souza
    Postado às 15:29h, 31 janeiro Responder

    Boa tarde!
    Minha mãe era funcionária pública Estadual e faleceu em 14/08/2011 e em 18/10/2018 foi depositado um precatório referente a uma ação de reajuste salarial. Somos 3 filhas e o cônjuge, ocorre que na declaração de dependentes expedida pela previdência do Estado consta apenas duas filhas como dependentes e o cônjuge, nesse caso apenas os que constam na declaração de dependentes têm direito a receber o precatório? Pode ser solicitado através de pedido de alvará para levantamento de valores num processo apartado, ou é necessário pedir no processo principal ou no de precatório?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 07:35h, 01 fevereiro Responder

      Olá Gliciane, tudo bem?

      Todos os herdeiros tem direito ao recebimento, mas para isso eles precisam ser habilitados no processo. Assim, precisam de pedir a habilitação no próprio precatório e apenas após a homologação vocês conseguem fazer o saque.

      Espero ter ajudado 😀

      • Gliciane
        Postado às 20:17h, 05 fevereiro Responder

        Obrigada

  • jonhy silva
    Postado às 19:09h, 31 janeiro Responder

    Meu avô era fazendário púbico no RJ. Em 2008 ele faleceu, e eu, por meio de procuração da minha avó (casada com ele em regime de comunhão universal de bens), passei a representa la nas habilitações dos processos que o sindicato da classe que ele pertencia, impetraram contra o estado, a qual dois deles, viraram precatórios, e minha avó os recebeu. Agora no Natal de 2018 ela faleceu, deixando a única filha do casal, (casada com separação de bens) como herdeira. Porém ela também veio a óbito no mesmo mês (ano novo), deixando eu e minha irmã e o cônjuge dela, e um testamento público declarando que deixava 50% de tudo que ela tinha e viesse a herdar dos meus avós, para o marido dela, e 50% para ser dividido entre eu e minha irmã (filhos dela com nosso pai). Eles fizeram esse testamento em 2017 e o mesmo só veio a meu conhecimento agora (depois dela falecer). Sendo que ela faleceu com 72 anos e ele 42. (30 anos de diferença) Se casaram em 2006. Minha pergunta é : nesse caso, ele tem direito a 50% aos precatórios do meu avô ?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 07:45h, 01 fevereiro Responder

      Olá Jonhy, tudo bem?

      Se está em testamento, não há o que fazer e será necessariamente 50%. Mas de toda forma, mesmo num casamento com regime de separação total de bens ele teria direito a uma parte do precatório mas não como meeiro e sim como herdeiro 33%.

      Espero ter ajudado 🙂

  • GUSTAVO ABRAHÃO DOS SANTOS
    Postado às 15:13h, 05 fevereiro Responder

    Olá meu nome é Gustavo.
    Houve o falecimento em 2018 de minha ex-sogra que possui direito a receber um precatório do falecido marido dela junto ao IPESP já digitalmente distribuído em 2015, contudo a filha dela e minha esposa é falecida, tendo sido casada em regime de comunhão de bens comigo e deixado um filho de nossa união. A minha ex sogra tem3 filhos vivos e mais a filha falecida, minha esposa. Não existe acordo entre os 3 filhos vivos e eu como marido da filha da minha ex sogra, quanto ao recebimento do precatório digital. Melhor não habilitar no precatório digital meus direitos como sucessor e do meu filho? Melhor fazer uma ação de inventário ou alvará judicial?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:30h, 06 fevereiro Responder

      Olá Gustavo, tudo bem?

      A princípio apenas seu filho tem direito a parte do precatório. Mas como não há concordância nesse sentido, o melhor é fazer um inventário para que a partilha seja feita corretamente sem que possa haver brigas judiciais pela habilitação indevida.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Fernanda Machado
    Postado às 17:26h, 08 fevereiro Responder

    Boa noite,

    Minha mãe (casada em comunhão total de bens) possui um precatório junto à prefeitura da cidade a 24 anos. Meu pai faleceu e estamos no processo final do inventário e estamos quase recebendo o precatório.

    Minha pergunta é: vamos ter que incluir o valor no precatório no inventário do papai?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:36h, 11 fevereiro Responder

      Olá Fernanda, tudo bem?

      Não precisa. Basta fazer a habilitação de todos os herdeiros diretamente no processo para que vocês recebam o precatório.

      Espero ter ajudado 🙂

  • André Carvalho
    Postado às 14:15h, 11 fevereiro Responder

    Boa tarde!

    O pagamento do precatório da minha mãe saiu alguns meses depois de seu falecimento, sou o único herdeiro, foi solicitada a minha habilitação no processo para receber, contudo está demorada.

    Essa habilitação é demorada mesmo? Fazem mais de 9 meses.

    Obrigado.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:56h, 13 fevereiro Responder

      Olá André tudo bem?

      A princípio 9 meses é muito tempo sim para uma habilitação, mas tudo depende do tribunal. As vezes no seu tribunal a demanda dos juízes é maior. Ou já pode ter saído alguma resposta também. Caso você consiga verificar a movimentação do processo talvez seja possível se ela já foi negada ou aprovada.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Renato
    Postado às 21:21h, 11 fevereiro Responder

    Boa noite. A falecida deixou um precatório contra a Fazenda do Estado de SP. Nas primeiras declarações do inventário judicial, preciso incluir o precatório e somá-lo ao valor do monte? Se sim, haverá a necessidade de pagamento do ITCMD, mesmo não tendo recebido o valor do precatório? Obrigado!!!!!

    • Breno Rodrigues
      Postado às 08:45h, 12 fevereiro Responder

      Renato,

      Não é preciso fazer inventário para o precatório, desde que haja concordância na divisão dos valores. Se este não for o caso, ele deve ser anexado ao inventário e pago ITCMD da mesma forma.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Mariana valle
    Postado às 18:58h, 12 fevereiro Responder

    Boa noite, meu avô tinha um precatório e faleceu ano passado, mas já tinha dado entrada com o processo a mais de 20 anos atrás. Soubemos que já está liberado até com ordem de pagamento pelo advogado. São três dependentes e o meu avô só tem um imóvel de patrimônio. Há necessidade de inventário ???

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:42h, 13 fevereiro Responder

      Olá Mariana, tudo bem?

      Para o imóvel, é provável que sim. Já para o precatório não, se houver concordância dos herdeiros na divisão dos valores. Daí basta fazer a habilitação dos herdeiros diretamente no processo, ou então, conversar com o advogado para que ele faça a divisão.

      Espero ter ajudado 🙂

  • paula
    Postado às 17:58h, 16 fevereiro Responder

    olá, gostaria de tirar uma dúvida … minha mãe faleceu e tem precatório a receber, sou a unica filha viva, minha irmã ja faleceu porém tem 3 filhos eles tem direito ao precatório da avó deles?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:24h, 18 fevereiro Responder

      Olá Paula, tudo bem?

      A princípio sim. Mas a parte de todos os três seria equivalente a sua, ou seja, 50% para você e 50% para seus três sobrinhos.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Keyla Rocha
    Postado às 23:02h, 21 fevereiro Responder

    Meu pai e funcionario publico estadual. E ele tem um precatorio de restuicao da igeprev instituto previdenciario do tocantins e ele era casado com a minga mae com comunhao universal de bens ele ja esta no processo que foi o sindicato deles que entraram minha mae morreu em 2012 e deixou eu e meu irmao de filhos herdeiros meu pai vai receber o dinheiro em marco agora e se casou de novo com separacao total de bens com a atual esposa so que o processo e de 2008 a 2010 e vai receber corrigido agora em marco de 2018, mas minha mae era herdeira dele e morreu ele nao tem acordo com os filhos do primeiro casamento com comunhao unirvesal de bens. Minha pergunta é eu e meu irmao representamos minha mae hoje ja teve invetario do bens nos temo direito a esse precatorio e se temos basta a gente habilitar no precatorio como devemos fazer?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:37h, 22 fevereiro Responder

      Keyla,

      Eu não entendi se o beneficiário original do processo é seu pai ou sua mãe. Se for o seu pai, ele estando vivo, vocês não tem direito a parte alguma do processo. Se for a sua mãe, você e seu irmão tem direito a metade. Desta forma o precatório deve ser incluído no inventário para depois o espólio ser habilitado no processo, e não você e seu irmão individualmente.
      Desta forma a partilha será feita de uma maneira que todos concordem.

      Espero ter ajudado 😀

      • Luiz
        Postado às 18:46h, 21 março Responder

        Olá Breno, parabéns pelo blog e por sanar diversas dúvidas.
        A minha é bem parecida com a da Keyla e por isso pergunto aqui:

        Meu pai tem direito a receber um precatório já expedido, porém está na fila para o pagamento. O direito ao precatório é dele. Ele é casado pelo regime da comunhão universal de bens com a minha mãe. Caso ela (minha mãe) venha a falecer antes do pagamento (embora já haja o direito ao crédito) como se faria a partilha?
        Esse direito ao crédito do precatório seria considerado na hora de definir a meação ? ou seja, incluo o valor desse precatório na totalidade dos bens do casal e desse total defino a meação??

        • Breno Rodrigues
          Postado às 15:23h, 25 março Responder

          Olá Luiz, tudo bem?

          O precatório de seu pai só seria dividido se ele morresse, já que ele é o beneficiário da ação. Assim no caso de morte dela, não haveria partilha do precatório pois ela não é beneficiária direta. Assim, não entraria na lista de bens a serem divididos no inventário.

          Espero ter ajudado 🙂

  • Cleidianne Cristina Ferreira dos Santos
    Postado às 21:26h, 25 fevereiro Responder

    Minha sogra tem um processo como herdeira em que o pai (falecido) figura como autor, contra o Estado por DIFERENÇA SALARIAL, ele deu entrada em 1978, e faleceu em 1988, desde então o processo continua. (Quem recebe a pensão é a mãe)
    Os 3 filhos fizeram o formal de partilha e tudo mais. Só que a mãe deles não participou.

    Após o inventário, no ano seguinte os filhos conseguiram por ter filhos com o de cujos a pensão p ela, que desde então vem recebendo.

    Agora que quero saber, a pensionista não é parte desse processo que irá para fase de precatórias, sabe me dizer se é obrigatória a presença dela ? (inclusive esta em fase de cumprimento).
    Se os herdeiros tem direito a participação dessa diferença ou apenas a pensionista?

    Por que a mãe tem outro filho de outro casamento que foi procurar um Adv que disse que ela quem tem direito de tudo. E não os filhos herdeiros.

    E o adv dela disse que se a mãe não entrasse eles receberiam só ate o falecimento.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 15:33h, 26 fevereiro Responder

      Olá Cleidianne, tudo bem?

      Depende do regime de casamento deles na verdade. Mas no mínimo a sua sogra seria herdeira, fazendo a divisão do precatório em 4 partes iguais. Mas ela pode ser meeira (ter direito a 50%) se o regime for de comunhão de bens, seja parcial ou total. Pelo que entendi como é referente a diferenças salariais, os descendentes além da esposa do falecido teriam sim o direito, não apenas a esposa.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Carlos Alberto da Silva Costa Filho
    Postado às 13:57h, 06 março Responder

    Boa tarde,

    A minha sogra faleceu e possuía um processo em andamento de precatório. O governo do Estado da Paraíba quer efetuar um acordo mas o sindicato, ao qual ela era vinculada , informou que é necessário efetuar um inventário extrajudicial para o meu sogro dá continuidade ao processo.

    Procede? Ou o pai da minha esposa pode solicitar o acordo normalmente , sem o inventário, já que ele é pensionista e , acredito, herdeiro direto?

    Muito obrigado,

    Carlos Filho

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:34h, 06 março Responder

      Carlos,

      Só há a necessidade de inventário caso não haja concordância na partilha do precatório. Se este não for o caso, primeiramente, seu sogro e os outros herdeiros devem ser habilitados diretamente no processo para só depois fazerem o acordo com o estado.

      Espero ter ajudado 🙂

  • MARIANA BALDI
    Postado às 14:55h, 07 março Responder

    Olá, parabéns pelo seu blog. Com o falecimento do meu pai, o precatório foi emitido tendo como beneficiário o espólio do meu pai, representado pelo meu irmão que é inventariante. Gostaria de saber se os herdeiros poderão sacar o dinheiro diretamente ou terá que ser incluído no inventário.
    Grata
    Mariana

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:28h, 08 março Responder

      Olá Mariana, tudo bem?

      Sinto muito pelo seu pai. Como já foi feito inventário e o precatório está no nome do espólio, o valor deve ser incluído no inventário para depois a partilha ser feita. Não será possível que outros herdeiros, a não ser o irmão inventariante, realize o saque sem uma procuração.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Sandra Carvalho
    Postado às 13:30h, 09 março Responder

    Boa tarde, meu pai faleceu há alguns anos atrás e há pouco saiu a notícia do precatório dele, ele vivia com uma mulher que hoje recebi a pensão dele, gostaria de saber se nós os filhos temos direito a esse precatório.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:50h, 11 março Responder

      Olá Sandra, tudo bem?

      Tanto os filhos quanto a última esposa dele tem direito ao precatório. Caso ele não tenha formalizado a união, ela terá direito ao precatório como herdeira e não como meeira, a não ser que o regime de comunhão de bens deles seja diferente.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Ilma Lúcia Cordeiro Avila
    Postado às 07:50h, 10 março Responder

    Bom dia!
    Meu avô faleceu antes de eu nascer e só agora, mais de 50 anos, saiu o precatório dele, sendo que meu pai é falecido.
    Minha tia recebeu o precatório e não repassou para os irmãos e nem para os filhos dos irmãos já falecido.
    Como devemos fazer para ter direito a parte que ela pegou?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:48h, 11 março Responder

      Olá Ilma, tudo bem?

      Se não foi feito inventário dos bens de seu avô, vocês podem tentar acordo extra-judicialmente ou então se ele insistir em não fazer o depósito devem acioná-la judicialmente para que a partilha seja feita da maneira correta.

      Espero ter ajudado 🙂

  • carolline
    Postado às 20:30h, 14 março Responder

    Olá!
    Gostaria de parabeniza-lo pelo excelente conteúdo!
    Poderia sanar uma duvida ?
    Minha tia ex-servidora federal, ganhou ação e recebeu um precatório, a mesma faleceu em 2000.
    Deixando-me como pensionada e a irmã dela como herdeira.
    Este dinheiro foi depositado em conta judicial 2013 e foi devolvido em 2017.
    É necessario uma sobrepartilha?
    Como me habilito para receber esse precatorio?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:13h, 15 março Responder

      Olá Carol, tudo bem?

      Nós que agradecemos a sua visita ao nosso blog!

      Necessário não é desde que todos os herdeiros (todos os irmãos e eventuais sobrinhos de irmãos falecidos) concordem com a partilha, caso contrário será preciso uma sobrepartilha sim. Para a habilitação no processo, primeiro o processo deve ser desarquivado e então todos os herdeiros habilitados. Ou então, o espólio ser habilitado com algum dos herdeiros como inventariante. Após isso, é possível pedir a re-expedição do precatório para que o saque possa ser feito.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Ana Carolline Oliveira de Souza
    Postado às 17:07h, 17 março Responder

    O processo foi desarquivado e está em processo de atualização monetária.
    Neste momento ainda é possível fazer a habilitação?
    O no caso de quem teria direito a este precatório, eu que recebia pensão dela ( ela era minha tutora) ou para a outra irmã dela (herdeira pelo testamento)

    Mto obrigada pela atenção.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:10h, 18 março Responder

      Olá Ana, tudo bem?

      Sobre a habilitação, ela pode ser feita em qualquer momento do processo, desde que ele esteja desarquivado.

      O código civil diz o seguinte: “Não havendo cônjuge, descendentes ou ascendentes, são herdeiros os parentes colaterais, (os de até 4º grau: pela ordem, irmãos, sobrinhos, tios e primos). Os mais próximos excluem os remotos, exceto os sobrinhos, que têm o direito de representar os irmãos do falecido.”

      Dessa forma, a princípio os irmãos são os herdeiros. No seu caso, que o seu pai ou mãe era falecido, você recebe a parte que era direito de seus pais. Além de vocês duas, quaisquer outros irmãos ou outros sobrinhos tem direito a herança.

      Espero ter ajudado 😀

  • Tania
    Postado às 21:07h, 17 março Responder

    No caso da separação total de bens, no casamento, a esposa tem direito ao eventual precatório em caso de falecimento do esposo?
    Agradeço antecipadamente.
    Tania

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:02h, 18 março Responder

      Olá Tânia, tudo bem?

      Se não houver testamento, a cônjuge sobrevivente tem direito ao precatório da mesma forma que os filhos do esposo falecido. Mas ao contrário dos regimes de comunhão total e parcial, ela é herdeira e não meeira, sendo o precatório dividido em partes iguais entre todos.

      Espero ter ajudado 😀

      • Tania
        Postado às 11:15h, 21 março Responder

        Bom dia, Dr Breno! Gratidão pela resposta.
        Eu só não entendi, porque, no caso de casamento com separação total de bens, algumas respostas aqui no seu blog dão 33 por cento para a viuva?
        ´Tãnia

        • Breno Rodrigues
          Postado às 16:44h, 22 março Responder

          Olá Tânia, tudo bem?

          O regime de separação total de bens é referente a quando os cônjuges ainda estão vivos. O código civil estabelece que o cônjuge sobrevivente, independente do regime de comunhão de bens, seja herdeiro do falecido, tendo direitos iguais aos outros descendentes, ou ascendentes. Assim, a não ser que haja testamento a viúva em direito a uma parte do precatório.

          Espero ter ajudado 🙂

  • cesar cavaliere segismundo esteves
    Postado às 13:40h, 18 março Responder

    Olá, tudo bem.
    Preciso uma informação quanto um precatório de anistia de militar. São duas viúvas, sendo que a primeira é divorciada e recebe pensão, e a segunda foi com quem ele faleceu que também recebe pensão. esse inventario poderia ter as duas viúvas como meeiras ou a primeira como estava divorciada não tem direito, só a segunda.
    A primeira poderia ser herdeira?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:35h, 18 março Responder

      Olá César, tudo bem?

      A princípio a primeira não teria direito a herança, apenas a segunda. E a segunda só seria meeira se o regime fosse de comunhão universal de bens, caso contrário ela seria herdeira. Além disso os filhos tanto do primeiro quanto do segundo casamento tem direito, não havendo distinção entre eles.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Paulo
    Postado às 18:40h, 20 março Responder

    Parabenizo pelo belo trabalho e paciência, essa uma grande virtude.
    Sou casado com separação total de bens. Gostaria de saber, após meu falecimento, como será dividido um precatório. Eu tenho a esposa e uma única filha.
    Aguardo seu retorno.
    Muito Obrigado.
    Paulo

    • Breno Rodrigues
      Postado às 17:16h, 22 março Responder

      Olá Paulo, tudo bem?

      No caso de falecimento, mesmo que viúva seja parte de um casamento com separação total de bens, ela é considera herdeira dos bens, segundo o código civil. Isso acontece em casos em que o não tenha sido separação de bens obrigatórias, como quando um dos cônjuges tem mais de 70 anos ou doença grave. Mas é possível diminuir a parte da viúva, mas não retirá-la totalmente, através de testamento ou planos de previdência privada.

      Espero ter ajudado 🙂

      • Paulo
        Postado às 21:44h, 25 março Responder

        Boa noite, Dr. Breno.
        Grato pela pronta resposta. Esqueci de dizer que eu tenho 90 anos e minha esposa 59. Somos casados com Separação Total de bens. Nesse caso ela é herdeira e não meeira? Certo? Então, no caso, ela receberia 33 por cento do precatório? Mas precisa constar em testamento ou é automático?
        Desculpe, se não entendi direito.
        Obrigado.
        Paulo

        • Breno Rodrigues
          Postado às 20:25h, 26 março Responder

          Olá Paulo, tudo bem?

          Isto mesmo. No caso de separação total de bens sua esposa é considerada herdeira em conjunto com seus filhos. Não precisa deixar isto em testamento se quiser manter a divisão desta forma. Já numa eventual diminuição do percentual deixado a esposa, é possível fazer isto via testamento, não sendo possível deixá-la totalmente de fora da divisão.

          Espero ter ajudado 🙂

          • Paulo
            Postado às 13:06h, 28 março

            Boa tarde Dr Breno
            Minha preocupação era que minha esposa não ficasse desamparada…eu achava que ela não tinha direito ao precatório. Alguns advogados consultados me disseram que ela não teria direito, por isso a duvida. Desde já lhe agradeço por essas informações.
            Eu achei que tivesse que fazer um Adiantamento de Legítima – créditos de precatórios para não desampara-la. Mas, pela sua resposta, não há necessidade, é isso?
            Muito obrigado!
            Paulo

          • Breno Rodrigues
            Postado às 17:00h, 29 março

            Olá Paulo, tudo bem?

            Isso depende da relação de seus filhos com sua atual esposa também. Caso não seja das melhores, um testamento faz com que a sua vontade seja feita no pós-morte. Isso evita eventuais conflitos jurídicos que possam acontecer e deixar um desamparo temporário de sua esposa.

            Há um artigo no Código Civil que diz o seguinte:
            “O art. 1.829, inc. I, só assegura ao cônjuge sobrevivente o direito de concorrência com os descendentes do autor da herança quando casados no regime da separação convencional de bens ou, se casados nos regimes da comunhão parcial ou participação final nos aquestos, o falecido possuísse bens particulares, hipóteses em que a concorrência se restringe a tais bens, devendo os bens comuns (meação) ser partilhados exclusivamente entre os descendentes”.

            Mais sobre o assunto pode ser encontrado neste ótimo artigo do site Migalhas.

            Espero ter ajudado 😀

  • Maria Clara Paiva
    Postado às 14:14h, 21 março Responder

    Breno,
    O meu avô faleceu em 2001 e possuía um processo em andamento de precatório desde 1999. A minha avó faleceu em 2014. O inventário foi concluído em 2015. No entanto, a família só tomou conhecimento da existência desse precatório agora.
    Os 7 filhos do meu avô fizeram a sobrepartilha e pediram a habilitação no processo.
    O dinheiro está disponível numa conta judicial no nome do meu avô.
    A advogada foi despachar diretamente com o juiz, tendo em vista a demora para ocorrer a habilitação e chegando lá ele pediu para analisar melhor, alegando que talvez não consiga liberar o valor por alvará. Como se os herdeiros tivessem que retornar para uma lista de espera, tendo em vista que eles teriam que atender a uma série de requisitos. É possível que isso ocorra?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:54h, 22 março Responder

      Olá Maria Clara, tudo bem?

      Se todos os 7 filhos foram já habilitados no processo, não há o que ser analisado melhor por parte do juiz. Mas agora se ele está pedindo para analisar a habilitação deles, pode ser que ele esteja correto. Se o dinheiro tiver sido depositado antes da habilitação, pode ser que seja necessário a expedição de um novo ofício requisitório em nome dos herdeiros. E, somente assim, eles poderiam ter direito a fazer o saque.

      Assim, pode ser possível sim, porque não ficou claro para mim quando foi feita a habilitação dos herdeiros.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Maria Clara
    Postado às 19:03h, 22 março Responder

    Oi, Breno!
    Obrigada pela resposta.
    Então, não foi feita a habilitação e o dinheiro já foi depositado.
    Como tem que ser feita essa expedição? Demora muito tempo?
    Os herdeiros entrariam numa lista de espera?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:28h, 25 março Responder

      Maria Clara,

      Então o juiz está mais ou menos certo mesmo. Não há uma lista de espera na prática, mas o processo entra na “pilha de processos do juiz” para que ele analise e tome a decisão. E isso pode demorar um pouco dependendo do nível de ocupação do juiz.

      Espero ter ajudado 😀

  • Christian Gray Cavalcante
    Postado às 18:57h, 26 março Responder

    Boa noite!

    Meu pai já é falecido há muito tempo, porém só agora saiu o direito de receber precatório. Na época do seu falecimento, tínhamos não tínhamos maior idade jurídica, agora todos temos. Enfim, Ele já estava no segundo casamento, a viúva tem um filho, nosso irmão por parte de pai, também ja está com mais de 28 anos, mas reside com a mãe. Gostaria de saber se temos o direito de receber o valor do precatório?
    Minha mãe, primeira esposa não recebe pensão dele.
    Aguardo resposta

    • Breno Rodrigues
      Postado às 21:13h, 26 março Responder

      Olá Christian tudo bem?

      Todos os filhos tem direito sim. A única questão é saber o regime de casamento dele com a segunda esposa. Pois dependendo a segunda esposa pode ser meeira ou herdeira. Mas de toda forma todos os filhos, sejam do primeiro ou do segundo casamento, estão em pé de igualdade e terão o mesmo quinhão da partilha do precatório.

      Espero ter ajudado 🙂

      • Christian Gray Cavalcante
        Postado às 20:53h, 07 abril Responder

        Boa noite!

        Agradeço!
        Sucesso!

  • Paulo
    Postado às 16:19h, 01 abril Responder

    Boa tarde Dr Breno
    Muito obrigado. Que Deus abençoe suas mãos.
    Como faço, caso queira, contrata-lo?
    Um abraço
    Paulo

    • Breno Rodrigues
      Postado às 18:17h, 01 abril Responder

      Olá Paulo, tudo bem?

      Na verdade eu não posso exercer advocacia, então não pode me contratar. Mas há profissionais muito bons no mercado para te ajudar neste processo. Não posso te indicar por uma questão ética, mas posso te auxiliar no que preciso.

      Agradeço de coração o seu comentário 🙂

  • Leonardo
    Postado às 13:15h, 02 abril Responder

    Olá, Dr. Breno.minha mae tinha precatorio para receber do governo do estado do piauí.ela faleceu, mas a causa ja foi ganha e o dinheiro ja esta disponivel.mas eu, meu pai e meus dois irmaos que somos os herdeiros procuramos um advogado pra poder receber.aí ele disse que precisaria fazer um inventario.o dinheiro esta disponivel desde agosto de2018.ja estamos em abril de 2019 e nada de liberar o pagamento do dinheiro que ja esta disponivel.qual será o problema?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:51h, 02 abril Responder

      Olá Leonardo, tudo bem?

      Precisar de um inventário, não precisa, mas todos os herdeiros tem que ter sido habilitados no processo para que o pagamento seja feito. Como o valor já tinha sido depositado para que depois vocês procurassem recebê-lo o trâmite é um pouco mais difícil porque o dinheiro foi depositado em nome de sua mãe, sendo necessário a a expedição de um novo ofício. Mas isso não é para demorar tanto assim, o ideal é consultar o processo e ver se a habilitação foi ou não feita pelo seu advogado.

      Espero ter ajudado 😀

  • Sarah
    Postado às 18:29h, 02 abril Responder

    Qual número do processo que deu origem ao entendimento do TRF-4 de que os herdeiros não precisam iniciar um processo de inventário para serem habilitados nos processos de execução. Assim, adotou o artigo 313, § 2º, inciso II do Novo CPC, onde herdeiros fariam sua habilitação diretamente no processo?

    Obrigada

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:32h, 05 abril Responder

      Olá Sarah, tudo bem?

      O TRF4 na notícia que coloquei no link, não detalha o número do processo. Tentei procurar também mas não achei o primeiro, apenas vários processos que utilizam esta jurisprudência.

      Desculpe não poder te ajudar 🙁

  • Leonardo
    Postado às 19:12h, 02 abril Responder

    Obrigado pelos esclarecimentos.só mais um detalhe. Nós já fornecemos todos os documentos, o advogado disse que só falta o juiz assinar a autorização para o pagamento,só que já tá com mais de três meses e nada. É normal essa demora,o que pode ser feito?De já lhe agradeço.Tudo de bom pro senhor doutor!

    • Breno Rodrigues
      Postado às 18:34h, 03 abril Responder

      Olá Leo tudo bem?

      Tudo depende da fila de processos e da complexidade deles. Pode demorar muitos meses já que vocês não tem prioridade no andamento do processo. Ja vi algumas movimentações que demoraram mais de 6 meses. Mas espero que não seja o caso de vocês. O máximo que pode ser feito é uma petição pedindo a expedição do ofício em nome dos herdeiros.

      Espero ter ajudado 😀

  • thayane
    Postado às 17:16h, 03 abril Responder

    Boa Tarde, Breno!
    Minha vó materna tinha uns precatórios para receber da prefeitura de JP (mais de 20 anos de processo). Apos o falecimento da minha vó, meu avô materno e minha mãe se habilitaram, os meus tios não quiseram se habilitar. Meu avô antes de falecer, recebeu uma parte do dinheiro dos precatorios por preferencia. Recentemente minha mãe também faleceu. Gostaria de saber quem nesse caso tem direito aos precatórios? Fui em um advogado e ele me informou que eu e meus irmãos podemos nos habilitar, porém meu pai não tem direito, pois se trata de uma herança da minha mãe. Essa informação procede? Meus tios também tem direito a receber esse precatório, correto?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 19:30h, 03 abril Responder

      Olá Thayane, tudo bem?

      É meio complicado porque é herança de herança, então depende do entendimento da lei e cada um pode ter o seu. O precatório originalmente seria 50% de seu avô e os outros 50% divididos entre seus tios e sua mãe. Como parece que não foi feito inventário no qual seus tios expressamente abdicaram da parte deles, em tese eles ainda podem requerer habilitação sim.
      Já sobre seu pai ter direito ou não, depende. Originalmente ele não teria direito, mas como ele é cônjuge sobrevivente, a lei pode ser entendida de maneira que ele teria sim direito. Assim, cabe em tese o juiz decidir, já que não há algo específico assim na legislação.

      Espero ter ajudado 🙂

  • CARLOS GUIDO LOPES GONÇALVES
    Postado às 10:30h, 04 abril Responder

    MEU PAI FALECEU E TINHA PRECATÓRIOS A RECEBER. DEPOIS DO PROCESSO EM ANDAMENTO SE SEPAROU DE MINHA MÃE E CASOU COM OUTRA SENHORA COM SEPARAÇÃO DE BENS. ESTA SENHORA DO ÚLTIMO CASAMENTO TEM DIREITO A RECEBER ESTE PRECATÓRIO.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 15:04h, 05 abril Responder

      Olá Carlos, tudo bem?

      Mesmo que haja separação de bens, como cônjuge sobrevivente, ela tem direito a uma parte do precatório, porém será como herdeira, em pé de igualdade a todos os filhos.

      Espero ter ajudado 😀

      • Maria Helena
        Postado às 03:12h, 27 abril Responder

        Olá Breno Rodrigues, queria saber se nesse caso relatado a esposa tem direito á receber mesmo num caso onde a separação de bens é obrigatória? A separação legal de bens?

        • Breno Rodrigues
          Postado às 14:45h, 02 maio Responder

          Olá Maria Helena,

          Se há a separação de bens, a esposa é considerada herdeira e não meeira. Há previsão legal de que o conjuge sobrevivente sempre terá direito a alguma parte da herança mesmo nos casos em que o testamento diz algo em contrário.

          Espero ter ajudado 🙂

  • lucas merchede
    Postado às 15:06h, 06 abril Responder

    É legitima uma lei, aprovada por ampla maioria no congresso nacional,que permite aos pais negarem o direito de herança a filhos homossexuais, tento por justificativa sua orientaçao sexual?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:40h, 08 abril Responder

      Olá Lucas, tudo bem?

      Bom, não consegui encontrar esta lei a qual você se refere, achei apenas sobre herança de casais homossexuais. Se tiver mais informação sobre essa lei poderia me enviar?

      Mas em tese, 50% da herança dos pais vai para os herdeiros necessários. Que seriam, cônjuge e filhos. Apenas a outra metade é que pode ter o destino que o falecido queria, através de testamento. Assim, um herdeiro de qualquer orientação sexual pode questionar a partilha baseando-se no artigo 1846 do Código Civil.

      Espero ter ajudado 😀

  • Marcos Lourenço Lima
    Postado às 12:23h, 11 abril Responder

    Bom dia, qual o providência deve ser adotada para o caso de um dos herdeiros se negar a se habilitar para o recebimento do precatório já liberado?
    São 3 os filhos, todavia um deles não quer se habilitar (por motivos pessoais só dele). O juiz não está querendo transferir a proporção para os herdeiros habilitados.
    Como eu devo proceder?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:08h, 12 abril Responder

      Olá Marcos, tudo bem?

      Ele deve formalizar a desistência da parte dele para que o juiz aceite a repartição dos valores. Ou fazer um acordo extra-judicial no qual o nome dele é inscrito e depois o valor é repassado aos outros herdeiros.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Isabel Bortoluzzo de Almeida
    Postado às 17:11h, 14 abril Responder

    Boa tarde.
    Recebimento de precatório (Estado) do avô falecido que é o AUTOR ( a esposa do avô autor- habilitada e também falecida).
    A mãe habilitada e falecida , os netos do autor receberam esses valores anos passado (2.018). Tudo correto.
    A dúvida é:
    Lanço no imposto de renda dos herdeiros habilitados desse ano (2.019) como RRA ? Foi recebido o pagamento desse precatório em 1 mês. Referente a 180 meses o processo
    Lanço como rendimento isentos e não tributáveis (herança) ???
    Fonte pagadora é a Fazenda do Estado ???? São 5 herdeiros, como declarar o pagamentos dos honorários advocatícios de cada herdeiro, em cada declaração? Proporcional a porcentagem que cada herdeiro recebeu?
    Obrigada

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:03h, 22 abril Responder

      Olá Isabel, tudo bem?

      Se o pagamento é referente a 180 meses, é RRA sim. Só deve ser lançado como rendimento isento e não tributável se todo o processo tiver sido feito via inventário para que não haja a duplicidade de pagamento, caso contrário não são rendimentos isentos.
      Fonte pagadora é o banco em que o saque foi feito. Como o pagamento de honorários é percentual, basta aplicar este percentual no que cada herdeiro recebeu.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Rayana Silva
    Postado às 22:17h, 14 abril Responder

    Olá, tudo bem? Gostaria de saber se existe, de fato, prazo prescricional para habilitação dos herdeiros em autos de precatório que esses nem sabiam da existência, mesmo com a fase de execução iniciada pelas outras partes? Trata-se de processo de alguns servidores federais contra a União, estando algumas das partes, como a minha avó, já falecida. Pergunto isso porque o processo é de 1993, mas só tivemos ciência agora. Porém, não está arquivado.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:25h, 15 abril Responder

      Olá Rayana, tudo bem?

      Não há prazo prescricional para habilitação dos herdeiros, porém o processo é suspenso pela morte do exequente e, todo ato que ocorreu no processo após a morte é passível de anulação.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Amanda
    Postado às 02:01h, 15 abril Responder

    Boa noite ! Tudo bem?
    Meu avô era policial militar, ele faleceu e deixou precatorio para minha vó receber na época de 2012 ela vendeu 1 para um advogado ficou 3 ela faleceu e tem 3 filhos, esses precatorios os filhos tem direito? E demora para ser liberado ou eles podem estar vendendo para o advogado que está no processo….

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:19h, 15 abril Responder

      Olá Amanda, tudo bem?

      Os filhos tem direito a partes iguais do precatório, cada um tendo que ser habilitado nos três. Já prazo para pagamento não tem como definir sem saber o estado devedor. Podendo demorar para ser pago sim. E, caso queiram, podem efetuar a venda do precatório sem problemas, mas apenas pós terem sido inscritos no processo.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Anderson Nunes
    Postado às 07:42h, 18 abril Responder

    Olá, gostaria de uma ajuda, meu pai faleceu e deixou 3 precatórios (de natureza alimentar) a serem pagos, ele e minha mãe eram casados sob o regime de comunhão universal de bens, nós somos em 3 filhos maiores de 21 anos, mas minha mãe disse que só ela tem direito a recebe o valor dos precatórios porque só ela estava habilitada como dependente junto ao INSS. Os filhos não tem nenhum direito sobre o estes valores? Desde já agradeço.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 18:20h, 22 abril Responder

      Olá Anderson, tudo bem?

      Todos os filhos tem direito ao precatório. No caso ficaria 50% para ela e os outros 50% divididos entre os três filhos.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Alexandra Azevedo
    Postado às 14:58h, 19 abril Responder

    Boa tarde Dr.
    O meu avô ganhou uma causa contra a ferroviária, então ele veio a falecer antes de receber.O meu pai não recebeu , porque também veio a falecer….os irmãos do meu pai e herdeiros já receberam.O RPV saiu e já está depositado no Banco Brasil em nome de meu pai.
    Já vem 2 anos e eu não consigo receber,a advogada me manda esperar, ACHO que ela nem comunicou o falecimento…O que preciso fazer? Abrir um inventário para receber (meu pai não deixou bens),ou só comunicar e o juiz me habilitar???
    Desde já agradeço.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 22:12h, 22 abril Responder

      Olá Alexandre, tudo bem?

      Se você for a única filha e sua mãe tiver falecido também, você sendo a única herdeira, tem que pedir o desarquivamento do processo e a habilitação no processo. Como o valor já está depositado o processo é um pouco mais lento. Mas se a advogada não fez a comunicação do falecimento, em tese ela poderia ter feito o saque e repassar para você.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Samantha
    Postado às 15:03h, 23 abril Responder

    Olá, meu cliente recebeu um precatório no ano 2017 referente a herança de familiar, com isto lancei na declaração 2018-2017 em Bens e Direitos, na declaração atual 2019-2018, coloco o mesmo valor somente no campo 31/12/2017, preencho também o campo 31/12/2018 com o valor anterior ou retiro completamente dos Bens e Direitos?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:54h, 25 abril Responder

      Samantha,

      Não precisa declarar duas vezes o recebimento do precatório. É necessário apenas no ano de 2018 que é referente ao ano calendário 2017.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Luis marciao
    Postado às 01:24h, 25 abril Responder

    Minha mãe faleceu e tem um precário que está em fase de pagamento, meu pai tá vivo ainda é somos 3 filhos, existem 3 imóveis a pergunta é temos que pagar logo o itmcd de tudo (precátorio e imóveis ) pra poder receber o precatorio? Todos estão de acordo com a divisao

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:25h, 25 abril Responder

      Olá Luis, tudo bem?

      O Precatório não precisa. Vocês podem ser habilitados diretamente no processo, não precisando pagar taxas de inventário e ITCMD de algo que vocês não tem previsão de receber.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Sani Moreira
    Postado às 01:44h, 27 abril Responder

    Bom dia
    Por gentileza esclareça minha dúvida
    Feito inventário de um (automóvel ) deixado pelo falecido e a viúva omite dos filhos do primeiro casamento ( dinheiro em banco ) e se apodera beneficiando somente ela e o filho (maior idade) , como proceder para reivindicar para os demais herdeiros????

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:54h, 29 abril Responder

      Olá Sani, tudo bem?

      Para fazer a partilha de itens que não apareceram no inventário, basta fazer uma ação de sobrepartilha. Já sobre a ocultação dos bens de maneira intencional, isto é um crime doloso com possibilidade de perda dos bens sonegados pela parte. Se quiser ter mais detalhes dá uma olhada neste link aquii.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Miguel da Silva
    Postado às 21:42h, 29 abril Responder

    Boa noite,

    Minha avó faleceu no ano passado, o precatório que a mesma possuía foi pago no inicio desse mês, todos os herdeiros exceto um já estão habilitados, é possível receber o valor correspondente dos herdeiros habilitados, pois o que não está, age de má fé, de modo a prejudicar os demais. O que pode ser feito nesse caso? Obrigado!

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:38h, 30 abril Responder

      Miguel,

      Com a recusa da habilitação dele no processo, a única maneira de fazer a patilha é através de inventário judicial. Desta forma ele seria obrigado a receber sua parte ou então formalmente desistir dela.

      Espero ter ajudado 🙂

  • ELIENE
    Postado às 14:52h, 01 maio Responder

    Breno, boa tarde.
    Minha mãe tem direito a um precatório que já esta na fase de expedição das requisições de pagamento. Contudo, até o momento eu e meus irmãos não nos habilitamos nos autos para receber, pois havia um advogado de minha mãe cuidando de tudo pra ela. Pergunto: eu e meu irmãos podemos nos habilitar agora com outro advogado? e como fica os poderes do advogado anterior ? os poderes que ele tinha se acabaram com a morte dela? a habilitação no processo na justiça federal somente por advogado ?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:57h, 03 maio Responder

      Olá Eliene, tudo bem?

      Vocês devem pedir a habilitação dos herdeiros o quanto antes para evitar que qualquer movimentação no processo de sua mãe seja anulada devido ao falecimento e não comunicação ao tribunal. Dito isso, vocês podem trocar sim de advogado mas primeiro devem ser habilitados e por este mesmo advogado que já consta no processo. Depois basta fazerem uma procuração para o novo advogado. O advogado atual ainda terá direito a alguma parte dos honorários pelo serviço prestado até o momento, só não sei dizer quanto pois depende do contrato assinado com sua mãe. Os poderes do advogado atual só são revogados quando uma procuração a outro advogado é feita.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Valeria Serra
    Postado às 21:14h, 02 maio Responder

    Boa noite Dr Breno. Netos podem ou devem ser habilitados no caso de precatório devido à avô falecido? Grata.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:17h, 03 maio Responder

      Olá Valéria, tudo bem?

      Isso deverá ocorrer apenas em duas situações: Se estiver previsto em testamento, que neste caso necessita de um inventário para fazer a partilha do precatório. Ou então se o filho do falecido, também tiver falecido. Assim os netos seriam herdeiros da parte do pai/mãe. Se não for o caso, os netos não tem direito na partilha.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Eliane benjamim
    Postado às 00:32h, 07 maio Responder

    Boa noite
    Bruno Rodrigues
    Eu e minhas irmaes
    Temos um precatoria que e da minha mae ja falecida.ja foi feita a abilitaçao de erdeiros o dinheiro ja estar em conta.ja foi enviado um oficio para o banco em conto temo sera liberado em nossa conta

    • Breno Rodrigues
      Postado às 06:45h, 08 maio Responder

      Olá Eliane, tudo bem?

      Depende do juiz na verdade. Ele quem expede o alvará para liberação do valor. Este procedimento pode demorar até 3 meses dependendo da complexidade do processo e da fila de processos na mesa do juiz.

      Espero ter ajudado 🙂

  • leticia howe
    Postado às 01:20h, 07 maio Responder

    Tenho 31 anos , sou filha do 1°casamento de meu pai , não tive direito as cotas do pis , nem ao fgts , pois tenho um irmão de menor fruto de uma uniao estavel de meu pai antes de falecer, existe possibilidade de conseguir receber precatoria de atrasados do inss por aponsentadoria de meu falecido pai.?
    Ou apenas o menor tem direito.
    aqui ficou assim a tutora do meu irmão recebe 4mil reais por mes , retirou aprox 100 mil entre fgts e cotas do pis com carta de beneficiario.
    recebeu aprox 60 mil de previdencia privada prev bosch
    E eu além de uma banana , recebi um siena 2010 financiado , sem seguro prestamista o qual paguei 11 mil para quitação.
    sinceramente não entendo onde esta a justiça nisto , além de que quem teve despesas com sepulcro foi eu e minha avó , e quem paga manutenção de cemiterio é minha avó.
    perdi a crença na justiça., seria possivel ser habilitada em conjunto com o menor no processo para receber precatoria?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 06:44h, 08 maio Responder

      Olá Letícia, tudo bem?

      Na teoria você tem direito a 25%. 50% sendo da cônjuge sobrevivente e os outros 25% do menor. Todos os herdeiros do falecido tem direito na partilha. Caso não concorde com a partilha, deve fazer um inventário judicial para que todos os bens sejam verificados e partilhados da maneira que eu disse. Da mesma forma o precatório, mas esse procedimento é um pouco mais caro. Além disso os custos de sepultamento e manutenção podem ser abatidos do valor presente no inventário.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Alessandra
    Postado às 13:05h, 09 maio Responder

    Minha mãe faleceu era casada no papel mais não vivia mais com o meu pai há 20 anos agora está para sair às precatórias e sono meu pai foi habilitado sendo que não vivia mais com ela como eu posso interver nisso? Sou maior de idade mais única filha sempre fui eu que cuidei dela meu pai tem outra família venho só para pegar pensão por morte dela.me ajude posso fazer alguma coisa ?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:11h, 10 maio Responder

      Alessandra,

      Se não houve separação formal, é necessário fazer um inventário e contestar a parte referente a ele. Além disso pode ser necessário reunir provas de que ele estava separado de sua mãe, mesmo não formalizando. Mas, é garantido, que você tenha direito ao menos a 50% do precatório. Mas você tem que pedir a habilitação no processo.

      Espero ter ajudado 🙂

  • enio marques
    Postado às 19:30h, 10 maio Responder

    Boa tarde, meus pais eram funcionario da união e tem algumas ações em fase de execução, meu pai faleceu em 2011 e minha mae em 2018, meu pai fez um inventario e não hove formal de partilha, minha mae ganhou uma ação varios anos apos a morte de meu pai, ja em fase de precatorio, nós filhos podemos nos habilitar nos precatorios dela, pois não fez inventario, ou precisamos do formal de partilha do meu pai para isso. att enio

    • Breno Rodrigues
      Postado às 18:37h, 15 maio Responder

      Enio,

      Não é necessário inventário caso todos concordem com a partilha. Basta pedir ao advogado do processo que faça a habilitação de vocês juntando a certidão de óbito de seus pais.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Leila
    Postado às 01:04h, 14 maio Responder

    Olá

    Minha mãe faleceu quando eu tinha 6 anos, já tinha irmãos do primeiro casamento dele, ele abriu o pedido de pensão por morte da minha mãe, primeiro foi liberado, depois cortaram, ele moveu uma ação e ganhou. Tá ganho , porém hj ele vive com a atual esposa mais 2 filhos desse casamento. O processo foi referente a morte da minha mãe. Qual a maneira de impedir o uso desse dinheiro por eles?? E em caso de óbito dele, e não tenha entrado todo o valor de direito. Como procedo? Pois já deixaram claro que não vão abrir mão do valor. Porém eh pensão de morte da minha mãe. Hoje eu tenho 30 anos. O Processo foi aberto em 2013. Pois não acho justo eles usufruírem de algo sobre a morte da minha mãe. São valores em atraso para entrar, e um dos meus irmãos dessa atual esposa está com uma procuração do meu pai. O que faço? Para barrar isso? Por favor me ajudem!!!!!!!

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:22h, 16 maio Responder

      Leila,

      Tá bem confuso o seu comentário e não sei se entendi muito bem. Mas a pensão por morte em si, não tem como mexer. O precatório se for relativo aos valores não pagos de pensão, a princípio são apenas de quem é o pensionista. Agora se é relativo a outra coisa, o seu pai tem direito a 50% e o restante é dividido igualmente entre os filhos, independente se são do 1º ou 2º casamento.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Adelino José bispo cardoso
    Postado às 12:57h, 14 maio Responder

    Boa tarde. ..Teve esse andamento hj no processo que sim herdeiro com mais dois irmãos :Vistos:homologo a habilitação dos sucessores dePerolina bispo,uma vez que os documentos trazidos, demonstram a condição deles,independente da existência de inventário, pois nos termos artigo. 1060,lcc, basta a prova documental da morte e da qualidade dos herdeiros. Proceda a serventia as anotações necessárias. Fls. 812/813:defiro o levantamento do deposito efetuado (fls :714 e 781) em favor dos sucessores de Perolina bispo. Transcorrido o prazo de cinco dias sem manifestação, espeça-se o mandato de levantamento judicial. …E contra a prefeitura de sao paulo…oq quer dizer? Vamos receber em breve?Obrigado. ..Parabéns pela atenção. ….

    • Breno Rodrigues
      Postado às 19:18h, 17 maio Responder

      Olá Adelino, tudo bem?

      Há um prazo para a prefeitura se manifestar sobre a habilitação dos herdeiros. Caso ela não tenha nada contra, será expedido o alvará de levantamento para que vocês recebam. Creio que em até um mês todo o procedimento ocorra.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Diego Hallak São Paio
    Postado às 01:08h, 15 maio Responder

    Boa noite, gostaria de sanar uma duvida…
    Existe um precatório do marido da minha tia no qual ela se habilitou pelo fato de ser a herdeira previdenciária dele.
    Minha tia faleceu antes de receber, nao tinha filhos , o seu único herdeiro era meu pai, que faleceu pouco depois dela.
    Vivos hoje tem-se os filhos do credor/beneficiario ( marido da minha tia) , eu e minha irmã que somos herdeiras indiretas da minha tia pois meu pai (irmao da herdeira previdenciária) faleceu.
    Minha duvida é se temos direito a alguma parte ?!
    Ou se nao entramos na partilha?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 18:51h, 15 maio Responder

      Olá Diego, tudo bem?

      A princípio tudo vai para o cônjuge sobrevivente, no caso seu tio. Vocês só teriam direito, caso não houvesse cônjuge ou herdeiros diretos. Aí iria para os chamados colaterais, que seriam, primos, sobrinhos, seja qual for o parente mais próximo.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Cleuza Garcia Böker
    Postado às 07:25h, 15 maio Responder

    Moro em São Paulo, minha mãe faleceu e deixou precatório no Estado de Minas Gerais, eu não quis ter o mesmo advogado que minhas irmãs, que já habilitaram suas partes no precatório, eu entrei em contato com uma advogada no Estado de Minas que ficou de estudar e dar uma resposta depois, mas isso não aconteceu, quanto tempo tenho para habilitar minha parte, tem que ser um advogado em Minas Gerais, preciso de orientação. Desde já agradeço.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:53h, 20 maio Responder

      Olá Cleuza, tudo bem?

      No novo Código de Processo Civil não há prazo para habilitação de herdeiros. Quanto a questão do advogado, ele até pode ser de outro estado mas também tem que ter registro em Minas Gerais.

      Espero ter ajudado 🙂

  • JULIA AVILA
    Postado às 10:50h, 16 maio Responder

    Bom dia!!!

    Breno, me tira algumas dúvidas:

    A avó tinha a “guarda compartilhada definitiva” do neto (menor), juntamente com a mãe.
    Nesse caso, o neto é o detentor do direito de pensão, automaticamente né?
    Mas a minha dúvida é, sobre o direito à receber um saldo de precatório que já está na fase de pagamento, o neto tambem é o herdeiro direto, É ELE QUEM DEVE SER HABILITADO NO PROCESSO?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:27h, 20 maio Responder

      Júlia,

      No caso que você disse, o tratamento do neto seria como o de filho. A pensão não é automática, devendo ser requerida em nome do neto. Já sobre um eventual precatório, o neto é herdeiro juntamente com todos os seus tios, filhos da avó. Devendo assim todos os herdeiros serem habilitados no processo.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Diego Hallak São Paio
    Postado às 11:21h, 16 maio Responder

    Tudo sim Dr. mt obrigado mas acho que ficou um pouco confuso a forma que perguntei…
    Tenho um tio e uma tia, esse tio possui filhos vivos de um casamento anterior, meu tio é o beneficiário do precatório, minha tia era sua herdeira previdenciária. Ocorre que meu tio ja e falecido, minha tia faleceu depois deixando meu pai como herdeiro dela, meu pai faleceu.
    No momento vivos sou eu (sobrinho), os filhos do beneficiário.
    Nesse caso os unicos herdeiros do precatório sao os filhos do meu tio?
    A minha tia se habilitou no precatório mas morreu antes de receber , nesse caso pelo fato dela ter se habilitado como herdeira previdenciária ainda viva, exclui os filhos do meu tio?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 17:54h, 16 maio Responder

      Olá Diego, tudo bem?

      Se o precatório originalmente era de seu tio e só depois que sua tia foi habilitada, apenas os seus primos teriam direito. Já que eles são parentes mais próximos de seu tio do que de você. Agora se o precatório era originalmente de sua tia, isso tem que ser verificado melhor, mas a princípio os seus primos não teriam direito, já que não há relação consanguínea com sua tia.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Carlos Henrique
    Postado às 18:11h, 17 maio Responder

    Boa noite Dr, meu pai ganhou uma causa previdenciária mas faleceu antes da liberação do rpv e tem um rpv para receber, foi dada a entrada na pensão do meu irmão que tem 19 anos mas o processo ainda está em análise.
    O juiz vai oficiar o INSS para saber se há herdeiros, mas a pensao ainda não foi concedida, então meu irmao só vai receber o rpv quando o INSS implantar o benefício do meu irmão ? Esse processo demora muito?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:49h, 21 maio Responder

      Carlos,

      O recebimento da RPV independe da pensão, sendo processos distintos. A demora da pensão não tenho como te dizer pois é necessário saber em que pé está o processo.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Leda
    Postado às 18:17h, 17 maio Responder

    Meu pai faleceu em 2010, minha mãe solicitou um inventário,somos minha mãe e 4 filhas mais meu pai tinha outros 4 filhos não próximo todos maiores de idade.Os bens dele era um precatórios de R$ 161 mil e 1 casa avaliada em R$ 150mil.Minha dúvida é se a casa tinha que entrar mesmo no inventário para dividir com os outros filhos do meu pai já que ela está está viva e não quer se desfazer da casa.Nos somos obrigadas a pagar o valor dos outros filhos com o nosso precatório ou no dia que ela falecer é feita essa divisão da casa?Pó favor me oriente

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:48h, 21 maio Responder

      Leda,

      Sua mãe tem direito a metade do valor enquanto a outra metade é dividida igualmente entre os 8 filhos. Sobre a casa, pode-se entrar num consenso sobre quem fica com ela, não precisando realizar a venda da mesma. Podendo, por exemplo trocar a parte deles na casa por uma parte maior do precatório, ou fazer o pagamento do que seria a parte deles. Se sua mãe falecer, a parte dela da casa, passaria a ser das 4 filhas.

      Espero ter ajudado 🙂

  • ELIAS COELHO DE SOUZA
    Postado às 12:29h, 20 maio Responder

    Boa tarde! Meu avô faleceu a mais de 20 anos, e ele fazia toda negociação escondido da minha avó, ele não permitia que minha avó participasse das coisas, ele comentava que tinha
    vários bens, como terrenos,fazendas e dinheiro guardado no banco.Porém ele não fez nenhum testamento, quando ele ficou doente, e ninguém da família correu atrás para ver isso. Eu como neto posso entrar com um pedido na justiça para pedir que façam uma busca de bens?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 17:10h, 20 maio Responder

      Olá Elias, tudo bem?

      Qualquer pessoa pode fazer uma busca de bens de um CPF específico, não apenas os parentes. Essa busca pode ser feita de maneira extrajudicial, havendo empresas que fazem isso. Creio que é o procedimento mais rápido inclusive.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Neusa Person
    Postado às 10:22h, 24 maio Responder

    Bom dia Breno,

    O pai do meu filho ficou tetraplégico a 25 anos e a 23 anos processou a prefeitura por não prestar atendimento correto no hospital municipal que foi encaminhado na época pelo corpo de bombeiros agravando muito a lesão.
    A um mês ele faleceu em um acidente de carro,quem tocava a ação era o pai dele e o. advogado com uma procuração pois ele não tinha com assinar nada.Esta ação esta ganha.Ele só tem meu filho de herdeiro e o avô quer continuar com uma procuração dele para receber o dinheiro .
    Isso é legal?precisa sair o inventario antes ,pois foi a unica herança que ele deixou.
    O que devemos fazer para segurança do recebimento do precatório. Sou divorciada do pai a 16 anos.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:29h, 24 maio Responder

      Neusa,

      Se não há concordância na divisão dos valores a única alternativa é fazer o inventário. Assim garante-se que ao menos 50% do valor vá para o seu filho, já que pelo código civil, na ausência de cônjuge, tanto os pais do falecido quanto o filho tem direitos iguais na partilha. Espero ter ajudado 🙂

      Espero ter ajudado 🙂

  • Gilberto Moreira
    Postado às 18:05h, 26 maio Responder

    Tenho um precatório de natureza alimentar. Estou vivo e sou o credor. Minha mulher faleceu, nossos filhos têm direito, de receber metade desse precatório?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:52h, 27 maio Responder

      Olá Gilberto, tudo bem?

      No caso de cônjuge falecido, os ascendentes e os descendentes, tem o mesmo direito na partilha. Assim, no caso de falecimento seu, tanto seus pais quanto seus filhos tem o mesmo direito.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Tatiana Camilo
    Postado às 16:22h, 30 maio Responder

    Olá, tudo bem?

    Recebemos um oficio de uma associação mencionando que minha vó tem um precatório, que o mesmo esta creditado na Caixa e que o juiz Federal já encaminhou oficio a CEF determinando o desbloqueio do valor.

    Minha vó faleceu, não deixou nenhum bem a inventariar, e possui 3 herdeiros.

    Pode-se solicitar somente uma alvará para os herdeiros levantarem o valor do precatório na CEF? sem solicitar habilitação no processo de origem?

    Se necessário a habilitação deve ser feita no processo de origem? o mesmo é de DF e os herdeiros de MG, pode-se solicitar habilitação na Justiça federal de MG? ou somente no processo de origem?

    Procuramos um advogado, porém o mesmo é iniciante e nunca teve um caso desses.

    Obrigada

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:07h, 31 maio Responder

      Tati,

      É necessário a habilitação de todos os herdeiros no processo para que seja levantado o valor, a não ser que o advogado do processo faça o levantamento e repasse para vocês, que apesar de não ser recomendável, funciona. A habilitação sempre é feita no processo de origem, mesmo MG e DF sendo do mesmo TRF, é necessária a habilitação na vara onde o processo se originou.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Ana Pinho
    Postado às 20:45h, 30 maio Responder

    Oi Breno, tudo bem? Meu pai faleceu em 2013 e agora saiu um precatório na 2a vara federal de Alagoas. Minha mãe faleceu em 2016. Meu pai tinha um filho fora do casamento. Meu pai ficou incapacitado nos últimos anos de vida e deixou divida no Banco e uma casa.. Não foi feito inventário do meu pai e nem da minha mãe. Queria saber se os filhos dele com a minha mãe e o outro filho poderiam pedir habilitação no processo, via Alagoas, mesmo sem ter feito inventário e sem ter pago o Banco.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:01h, 04 junho Responder

      Olá Ana, tudo bem?

      Podem sim. No geral quando há dividas, o inventário serve para liquidar estas dividas e só após isso repartir o restante. A habilitação é feita desde que comprovado que seu pai faleceu e o grau de parentesco.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Alessandra
    Postado às 10:12h, 01 junho Responder

    Bom dia! Meu avô tem um precatório para receber. Ele e meu pai são falecidos. Entendo que teríamos que dividir minha mãe, eu e minha irmã. Como sou casada em comunhão universal de bens, em processo de separação, gostaria de não me habilitar como herdeira. É possível?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 20:18h, 04 junho Responder

      Alessandra,

      Você não é obrigada a participar da divisão dos bens se não quiser. Assim, basta fazer a habilitação apenas de sua mãe. Talvez alguns tribunais exigirão uma desistência formal de sua parte. Para isso teria que verificar com seu advogado.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Liz
    Postado às 20:03h, 05 junho Responder

    MInha tem tem um precatório a receber, ela faleceu ano passado. Posso fazer minha habilitação em pequenas causa haja vista que é menos que 40 salários mínimos. Os advogados cobram 20% achei muito caro.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:45h, 07 junho Responder

      Liz,

      Depende de onde estiver seu processo na verdade, mas, na maioria das vezes, você precisará de advogado para poder fazer a habilitação. O ideal é que use o advogado já habilitado no processo quando sua mãe entrou com a ação.

      Espero ter ajudado 🙂

  • NICOLAU SOLON
    Postado às 16:12h, 06 junho Responder

    BOA TARDE
    MINHA AVÓ MORREU DEIXANDO UM PRECATÓRIO PARA RECEBER ,MINHA MÃE É FILHA ÚNICA E VIÚVA DE MEU PAI , ELA ERA CASADA COM COMUNHÃO DE BENS , MINHA MÃE FALECEU RECENTEMENTE E DEIXOU 3 FILHOS, AÍ VEM A PERGUNTA MEU PAI TEM UM FILHO FORA DO CASAMENTO COM MINHA MÃE , POR ACASO ESTE FILHO DO MEU PAI TEM DIREITO AO PRECATÓRIO DA MINHA AVÓ MATERNA.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:58h, 07 junho Responder

      Nicolau,

      Apenas os parentes diretos de sua mãe que tem direito ao precatório de sua avó, juntamente com irmãos de sua avó, se ainda estiverem vivos.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Iva Oliveira Raines
    Postado às 21:20h, 06 junho Responder

    Oi Breno, tudo bem? Então, infelizmente perdi meu esposo a mais de um mês. Ele tem um valor de precatório a receber, inclusive pra esse ano. Qdo me casei com ele, ele era divorciado e tem filhos maiores de idade desse casamento, comigo, temos uma filha de 3 anos. Preciso fazer inventário?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:00h, 07 junho Responder

      Iva,

      O inventário neste caso é importante para estabelecer bem quais são as partes de cada um ainda mai que não há muito contato com os filhos do casamento. Mas se todos concordarem com a divisão, talvez não seja necessário o inventário.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Ana Lúcia Couto Santos
    Postado às 09:28h, 07 junho Responder

    Bom dia

    Prezados Senhores:

    Meu filho era autista (ele já faleceu há 11 anos atrás) e assim que o pai dele ficou sabendo da doença simplesmente me abandonou quando ele tinha 3 anos de idade. Como o pai dele de fato sumiu, estava em local incerto e não sabido, minha Advogada entrou com processo de pensão contra o avô dele que era servidor público estadual do IPERGS/Rio Grande do Sul o que foi aceito pelo juiz e foi determinado o desconto em folha. O avô dele morreu e a pensão foi cessada. Como o avô dele tinha a receber valores referente a diferenças salariais de dois planos do governo estadual, minha advogada entrou com processo em nome do meu filho. Um processo (em torno de 13 mil reais) eu recebi por RPV e o outro processo, no valor de 120 mil reais transformou-se em um precatório. Como eu sou a inventariante e já tenho mais de 60 anos e alguns problemas de saúde comprovados por laudos médicos, minha advogada tentou solicitar o cadastro nas parcelas preferenciais e a juíza da Central de Precatórios do RS negou o pedido pois, conforme ela, eu tenho que abrir inventário e chamar todos os herdeiros (filhos e netos do avô do meu) para se habilitarem no processo e também receberem uma parte do valor do precatório.

    Isso está correto? Se entendi bem aqui no site de vocês, pelo fato de meu filho ter sido pensionista do avô ele teria direito a receber sem abrir inventário (como meu filho já é falecido eu receberia em nome dele pois estou habilitada como inventariante), é isso mesmo?

    Em tempo: o processo está em nome de SUCESSÃO DE LUIS COUTO SANTOS.

    Agradeço de coração pelo auxílio pois estou perdida, muito confusa e minha advogada só diz que eu tenho que aguardar…

    Muito obrigado.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:28h, 07 junho Responder

      Ana Lúcia,

      Como ele não é o único herdeiro do avô, todos os possíveis herdeiros devem sim ser convocados para que tenham direito a parte deles. Ainda mais que no processo foi feito em nome da sucessão e não de seu filho. Como seu filho é falecido, não tenho tanta certeza que a parte dele cabe diretamente a você, pois você não tem relação com o avô dele. Esta questão é bem complexa e precisa de um advogado especializado em sucessão, que infelizmente não é o nosso forte :(.

      Mas a parte de abrir o inventário e chamar os outros herdeiros está correta sim.

      Espero ter ajudado 🙂

  • CELIA CRISTINA DOS SANTOS SILVA
    Postado às 13:06h, 10 junho Responder

    Olá Breno,

    Meu pai faleceu e deixou um precatório que já está em faze de execução, mas ainda tem 2900 pessoas na frente, apesar de dele ter 90 anos e portador de cardiopatia grave. Deixou 2 filhos e uma esposa (que não é nossa mãe, já falecida). Contudo, eles se casaram há 3 anos (ele com 87 anos) em regime de separação obrigatória de bens. Todos os 3 vão se habilitar. Perguntas: quem tem direito ao precatório? 1) Os 3 (esposa e filhos; 2) só os 2 filhos?; só a esposa (apesar de não ser herdeira)? Aguardo sua resposta e desde já muito obrigada.

    Célia

    • Breno Rodrigues
      Postado às 08:59h, 11 junho Responder

      Olá Célia, tudo bem?

      Todos tem direito a um percentual do precatório. A esposa mais recente, mesmo em regime de separação total de bens, como cônjuge sobrevivente é herdeira do montante. Mas não meeira. Assim o valor será dividido igualmente entre as 3 pessoas.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Marcelo Henrique Medeiros
    Postado às 18:09h, 11 junho Responder

    Boa noite, Breno
    Meu avô, então viúvo, faleceu em 2008 e em 2017 foi expedido precatório em seu nome devido à ação na JF de AL contra a União. Logicamente que o precatório foi devolvido por não ter sido levantado. De herdeiros sobraram meu pai e minha tia apenas. O que devo fazer para habilitá-los para receber esse precatório? Os herdeiros tem que juntar certidão de casamento? A habilitação e expedição de novo precatório, agora em nome dos herdeiros, é rápida? Obrigado

    • Breno Rodrigues
      Postado às 18:58h, 23 junho Responder

      Olá Marcelo, tudo bem?

      O processo de habilitação pode demorar um bocado. Primeiramente o processo deve ser desarquivado para que seja feita a inclusão dos herdeiros, não é preciso certidão de casamento. Depois da homologação pode ser trocar o advogado ou então apenas pedir a expedição de um novo ofício. Assim, o novo precatório deve ser pago em 2021, já que a lista de 2020 fecha no dia 1 de julho agora.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Carlos
    Postado às 16:15h, 12 junho Responder

    Olá Breno.

    Meu pai tinha um terreno desde 1987, 20 alqueires, parte dele foi desapropriado em 2000 para a construção de uma avenida, em 2005 vendi 38% do imóvel. Quem tem direito a receber o precatório?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 19:12h, 23 junho Responder

      Olá Carlos, tudo bem?

      Neste caso o ideal é fazer um inventário para saber qual será a parte de cada herdeiro de seu pai no precatório, já que você pode ter perdido direito vendendo uma parte do terreno.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Maria Del
    Postado às 21:58h, 12 junho Responder

    Olá, Breno. Como Vai?
    Se possível, sanar minha dúvida:

    Minha tia faleceu há 05 anos, não era casada, não tinha filhos e deixou um testamento para mim e para o meu irmão. Recentemente, descobri que ela tem precatórios a receber do Estado do Espírito Santo, através de uma ação requerida pelo SINDICATO DOS TRAB EM EDUC PUB DO ES (que ela fazia parte) contra o Estado. Acontece, que essa informação chegou em minhas mãos hoje (12/06/2019), através de um documento oficial do ano de 2014, onde consta o nome dela e de outros 14.000 filiados ao sindicado que teriam o direito ao benefício, assim como o valor corrigido com juros até 2014.

    Minhas dúvidas são as seguintes:
    1) Nós como herdeiros, mesmo com tantos anos, temos direito? Como devemos proceder? Precisamos primeiramente entrar em contato com o Sindicato? Ou precisamos de outro advogado?
    2) Existe algum prazo para os herdeiros testamentados demonstrarem interesse nesse valor?
    2) Existe alguma plataforma da justiça que permita acompanhamento atualizado do valor desses precatórios?

    OBS: O processo é de 2001, nª 0018685-53.2001.8.08.0024 (TJES) e se encontra tramitando.

    Fico no aguardo e obrigada desde já.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:24h, 24 junho Responder

      Olá Maria, tudo bem?

      Se vocês são herdeiros únicos, tem direito sim. Vocês devem pedir a habilitação de vocês no processo. Como não são descendentes diretos, talvez seja necessário a abertura de inventário. Vocês até podem habilitar outro advogado mas só depois de estarem incluídos no processo. Assim, o ideal é entrar em contato com o sindicato primeiro. No TJES não tem nenhuma lei que fale sobre o retorno do dinheiro as contas publicas caso o precatório não seja sacado, assim não há um prazo legal para isso. Quanto ao valor atualizado, não tem nenhum lugar que você possa acompanhar. O cálculo atualizado pode ser pedido noa Advocacia Geral do Espírito Santo ou então utilizar estimativas como nossa calculadora aqui no blog.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Ana Maria Cavalcante de Pinho
    Postado às 17:13h, 13 junho Responder

    Oi Breno, tudo bem? Escrevi para você em 30 de maio e fiquei com uma dúvida. Temos de abrir inventário do meu pai e minha mãe para receber o precatório e pagar a divida com o banco?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:52h, 24 junho Responder

      Olá Ana Maria, tudo bem?

      Se a dívida for do seu pai, o ideal é fazer o inventário. Se a dívida for de sua mãe, não precisa. Pode fazer a habilitação de todos os herdeiros direto no processo.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Daniela silva
    Postado às 20:54h, 13 junho Responder

    Meu sogro é falecido e tem dinheiro no banco meu esposo entrou na justiça para a partilha do valor com Os irmão só que já faz 6 anos , é verdade que após 10 anos sem resposta da causa esse dinheiro fica para o governo?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:51h, 24 junho Responder

      Daniela,

      Na verdade após 5 anos o dinheiro vai para o município, mas isso só ocorre se já não houver um processo de partilha e não houver herdeiros.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Alexandre Vitorino
    Postado às 15:54h, 18 junho Responder

    http://cache-internet.tjdft.jus.br/cgi-bin/tjcgi1?NXTPGM=plhtml06&CDNUPROC=20050020084717PCT&ORIGEM=INTER

    Esse é o PCT que minha mãe está, só que ela faleceu. No edital da pgdf tá pedindo habilitação de herdeiros via decisão judicial. ?! E pelo que vejo é um MS 2253/90, só que na lista aparece com o n.º do processo, e tem uns que aparecem 2253/90, e enfim, então, gostaria de saber como posso me habilitar sem ser via decisão judicial, pois dizem que tem caráter personalíssimo

    • Daniel Costa
      Postado às 16:13h, 24 junho Responder

      Vamos por partes:
      1º Não é permitido sucessão em Mandados de Segurança (MS) uma vez que estes tem caráter personalíssimo;
      2º Se no edital está pedindo a Habilitação via decisão judicial isso decorre do código de processo civil já que não há como ocorrer uma habilitação extra judicial em um processo judicial:
      Art. 687. A habilitação ocorre quando, por falecimento de qualquer das partes, os interessados houverem de suceder-lhe no processo.
      Art. 688. A habilitação pode ser requerida:
      I – pela parte, em relação aos sucessores do falecido;
      II – pelos sucessores do falecido, em relação à parte.
      Art. 689. Proceder-se-á à habilitação nos autos do processo principal, na instância em que estiver, suspendendo-se, a partir de então, o processo.

      3º O processo de precatório de sua mãe não é um mandado de segurança e, por isso, pode e deve permitir a sua habilitação
      4º Para se habilitar no processo basta contratar algum advogado para fazer uma petição simples informando do falecimento de sua mãe.

  • cecilia regina reis rodrigues
    Postado às 20:09h, 18 junho Responder

    OI BRENO ,BOA NOITE,muito interessante sua ajuda,pois tem casos,e muitos,que não sabemos por onde começar,sua ajuda é imprescindível,
    Meu pai,policial federai,faleceu em 1984 deixando viuva e 3 filhas como pensionistas.Enquanto vivo seu salario era defasado,sendo reajustado apos sua morte.Esse reajuste ate hoje não saiu,gostaria de saber se só as pensionistas tem direito,já que não é pensão,ou os outros filhos também tem direito a esse valor,o advogado das pensionistas afirma que o direito é delas pois elas recorreram ,ele defenda as pensionistas da policia federal .AGRADECIDA

    • Breno Rodrigues
      Postado às 19:24h, 23 junho Responder

      Olá Cecília, tudo bem

      Depende do regime de casamento, mas no geral 50% fica para a viúva e o restante é dividido igualmente entre os filhos do falecido. Caso não haja concordância com isso, pode se abrir um inventário.

      Espero ter ajudado 🙂

  • ANGÉLICA
    Postado às 14:46h, 19 junho Responder

    Meu pai faleceu em fevereiro de 2019. E desde abril está ganha a açao. Procuramo, eu , minha mae e irmao os advogados do sindicato SINDISERF e os mesmos nos deram procuracao p preencher. Até aí tudo bem. A dúvida é: nos deram declaracao para obtenção de gratuidade da Justiça e contrato de honorários (para cada um de nós). Se a causa já está ganha, precisa este contrato?? E o valor a ser recebido informado verbalmente é a metade do valor que os colegas com menos tempo de serviço q ele receberam. Como podemos averiguar se esse valor está correto?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:16h, 24 junho Responder

      Angélica,

      Vocês podem ir direto ao tribunal, se não houver segredo de justiça, e pedir para ver o processo no qual seu pai está incluso. Daí vocês conseguirão ver os valores de cada um. Mas nestes casos os valores de cada individuo nunca são iguais então pode ser que haja diferença sim.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Ana Maria Cavalcante de Pinho
    Postado às 08:56h, 24 junho Responder

    Oi Breno, tudo bem? Escrevi para você em 30 de maio, e você me respondeu em 4 de junho, mas fiquei com uma dúvida. Meu pai morreu em 2013 e minha mãe morreu em 2016. Não abrimos inventário. Se os filhos se habilitarem para receber um precatório, tendo divida com Banco; o valor do precatório vai primeiro liquidar a dívida, a divida só seria liquidada com abertura de inventário, ou a divida com o Banco já prescreveu apos 5 anos?

    • Daniel Costa
      Postado às 16:02h, 24 junho Responder

      Olá,
      se a sua dívida com o banco supera os 5 anos e ainda o banco ainda não processou o devedor, ele não poderá mais recorrer ao Poder Judiciário para cobrar de vocês. De qualquer forma, para que o precatório pudesse ser penhorado, seria necessário que um processo contra o credor e possuidor da dívida já estivesse na fase de execução.

  • Alexandre Ribeiro
    Postado às 20:10h, 07 julho Responder

    Olá! Tenho uma dúvida, na verdade, um grande problema e desejo informação. Meu pai era viúvo e faleceu a dois meses antes de receber um precatório que está para ser pago nas próximas semanas. Infelizmente, o advogado com o qual nosso pai fez o processo está exigindo que façamos um inventário. Tentamos fazer o inventário extrajudicial, mas infelizmente vimos que não temos condições financeiras devido ao custo muito alto do procedimento. Acabamos por saber da possibilidade de fazer a sucessão direta, mas mesmo assim, o advogado disse que quer um inventário tradicional, que não poderia ser o extrajudicial. Tanto eu quanto meu irmão não temos a mesma condição financeira de nosso pai, temos o mínimo para sobreviver com nosso trabalho e temos nossas famílias a sustentar. O único bem que nosso pai tinha a inventariar em seu nome era um carro, que estava financiado, as prestações são altas e faltam muitas e não temos condições de pagar e já estamos até perdendo o veículo. Precisamos deste do precatório para organizar a situação financeira complicada que nosso pai deixou e vemos que o advogado simplesmente deseja fazer as coisas como bem entende e não como é possível. Meu pai tinha outros processos em seu nome, que foram fáceis de fazer a habilitação através de documentos simples. Nem tivemos tempo para um luto decente, estamos apenas tentando resolver vários problemas que se acumulam e que despendem cada vez mais gastos com os quais não podemos arcar. O que podemos fazer neste caso para ter acesso ao valor do precatório ou o que podemos argumentar com este advogado que insisti em fazer a sucessão de um jeito nada prático e até oneroso, ao invés de tentar ajustar a situação da melhor forma possível?… Desde já fico grato pela atenção e pelas informações dadas a minha pergunta.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 15:04h, 08 julho Responder

      Alexandre,

      Seu advogado não deve exigir um inventário, afinal isto não é opção dele. Vocês podem optar sim, por fazer a habilitação diretamente no processo. Caso o advogado se recuse a fazer isto, vocês podem destituí-lo e nomear outro advogado. Mas esta solução de habilitação direta é a mais fácil e menos onerosa disparado. Como o próprio texto diz, não é obrigatório fazer um inventário para precatório a não ser que os herdeiros não concordem com a divisão ou então tenha algum herdeiro que mora longe.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Alexandre Ribeiro
    Postado às 17:02h, 08 julho Responder

    Muito obrigado por sua resposta, ajudou bastante!

  • Nanci Gomes Nogueira
    Postado às 20:34h, 23 julho Responder

    O processo de precatório já findou, o advogado fez o levantamento. Somos herdeiros de uma tia, com alguns herdeiros em lugar incerto e não sabido. Já levamos toda a documentação ao escritório, mas este insiste que não pode efetuar o pagamento, porque existem herdeiros desaparecido. Devemos entrar no processo de inventário em andamento, ou qual outra medida.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:21h, 24 julho Responder

      Olá Nanci, tudo bem?

      Como o dinheiro já foi sacado, o advogado deve estar tentando minimizar problemas para o lado dele caso apareça outros herdeiros. Se já há um inventário em andamento, sugiro que o dinheiro seja transferido para o espólio e que todos os possíveis herdeiros sejam notificados judicialmente.

      Espero ter ajudado 🙂

  • JEFFERSON GOMES ANDRADE DA SILVA
    Postado às 16:54h, 24 julho Responder

    Meu foi considerado anistiado politico como cabo da FAB minha nae recebeu a pensão e saiu a portaria para pagar os atrados, 179000,00 porem teve que entrar com um advogado, hoje esta andando para pagar ja se passou 10 anos pelo meu pai ser militar e ja estar morto quando foi decidido na comissão de anestia essa reparação economica vira herança correto? vamos ter que fazer um inventario para receber o precatorio correto, pois como heredeiro junto com minha m~se tenho direito por ser um a herançã pois meu pai ja estava morto qando saiu a sentençã de pagar os atarzado correto?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 17:41h, 26 julho Responder

      Olá Jefferson, tudo bem?

      Não é obrigatório ter um inventário. Isso pode ser feito através do pedido de habilitação de todos os herdeiros diretamente no processo que originou o precatório, caso não haja herdeiros faltantes.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Nanci Gomes Nogueira
    Postado às 08:42h, 25 julho Responder

    Obrigada pela orientação. Para complementar, solicito orientação no sentido de que devo solicitar ao escritório a comunicação ao Juízo do inventário ou como herdeira devo informar ao Juízo do respectivo inventário o precatório em poder do escritório.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 09:44h, 29 julho Responder

      Nanci,

      Ou o escritório comunica ou então o inventariante faz esse papel, não qualquer herdeiro.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Éder Silvio Farinhas
    Postado às 15:03h, 27 julho Responder

    Meu pai era funcionário federal antigo DNER hoje DNIT, minha mãe pensionista dele, minha mãe recebeu alguns precatórios de ações contra a união, agora em 2019 ganhou mais duas ações, valores sempre altos, mas nós filhos nunca fomos avisados e nunca recebemos nada destes valores, seríamos herdeiros destes precatórios, que acho passar.am de 500 mil reais.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 21:59h, 04 agosto Responder

      Éder,

      Depende do regime de casamento. No regime de comunhão seja parcial ou total, sua mãe tem direito a 50% e o restante é dividido entre os filhos. No regime de separação total, todos são considerados herdeiros e tem partes iguais do precatório.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Carla
    Postado às 16:09h, 30 julho Responder

    Meu pai faleceu tem 3 anos. Nunca abrimos inventário. Tenho muitos irmãos, emeu pai tinha um precatório para receber que está em fase de tramitação e o processo ainda é em nome dele. No caso precisamos fazer o inventário para dividir esse valor. Correto?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:05h, 01 agosto Responder

      Carla,

      Não precisa de inventário se todos os herdeiros forem habilitados no processo assim, cada um deles será pago individualmente sem ter que passar por um espólio.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Debora
    Postado às 16:29h, 02 agosto Responder

    Meu pai faleceu e deixou um processo correndo na justiça estadual. No momento encontra-se na fila de precatórios.
    É possível os filhos com mais de 60 anos solicitarem prioridade para receber a parte deles?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 23:02h, 04 agosto Responder

      Débora,

      É possível sim, mas primeiro tem que se habilitar no processo como sucessores.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Felipe
    Postado às 10:44h, 07 agosto Responder

    Bom dia ,
    Falecido deixou rpv cancelada, viúva beneficiária da pensão por morte , requereu habilitação, desarquivamento, e expedição de novo ofício requisitorio, sendo que o Falecido deixou 5 filhos de antigo casamento, maiores e capazes, agora os filhos tbm querem receber sua parte , a questão é: os filhos tem direito ? Precisa fazer inventário? Pode a viúva receber sozinha o rpv , tendo em vista ser beneficiária da pensão por morte?
    Obs. A secretária da vara pediu a habilitação dos demais sucessores , tendo em vista a certidão de óbito, existe um certo litígio entre a viuva e os filhos , dessa forma como proceder.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 16:15h, 12 agosto Responder

      Felipe,

      Os filhos tem direito sim. Metade é de direito da cônjuge e a oura metade dividida entre os 5 filhos. No caso de litígio entre os herdeiros, o ideal é fazer o inventário para que o dinheiro seja recebido e depois repartido da maneria que for decidido.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Sanny Royas
    Postado às 14:04h, 09 agosto Responder

    Meu caro Dr. Breno, posso vender os direitos de posse de uma área do papai já falecido, em troca de títulos creditórios, já transitado em julgado e em fase de liquidação, tendo como devedor o Banco do Brasil? Essa cessão de direitos de títulos creditórios tem que ser pública ou pode ser particular? Ainda assim, pode constar como cessionário, para posterior habilitação o Espólio do meu pai.

    Grato pela Ajuda

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:19h, 13 agosto Responder

      Olá Sanny, tudo bem?

      Só pode se você for o inventariante e tiver concordância de todos os herdeiros, a não ser que esta área foi definida como unicamente sua. Caso contrário toda operação de venda ou troca deve ter a concordância de todos os integrantes do espólio.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Andreia Barboza
    Postado às 12:00h, 12 agosto Responder

    Bom dia !

    A tia faleceu, era solteira e sem filhos… não deixou testamento e o crédito trabalhista para receber só saiu após o falecimento, no entanto somente um herdeiro se habilitou no processo os demais por divergência familiar não querem se habilitar. Fui informada que não é possível o levantamento parcial do valor do precatório, ou seja, da cota do herdeiro que está habilitado. Essa informação procede ?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:42h, 15 agosto Responder

      Andréia,

      Todos os herdeiros possíveis devem ser habilitados no processo, caso contrário o levantamento do valor deve ser via inventário no qual os herdeiros podem ter percentuais diferentes, ou zero, do precatório.

      Espero ter ajudado 🙂

  • PATRICIO NUNES DA SILVA
    Postado às 15:37h, 12 agosto Responder

    Boa tarde. Uma senhora teve valor depositado na Caixa de precatório, em 2010. Entretanto, não sacou o valor e este foi devolvido. Em 2012, esta senhora faleceu e agora, os herdeiros descobriram e querem se habilitar para receber este crédito. Lhe pergunto: – Já não prescreveu?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:38h, 15 agosto Responder

      Patrício,

      A princípio não. Os herdeiros devem pedir o desarquivamento do processo e posterior habilitação para conseguir sacar este dinheiro. A devolução só ocorreu em 2017, e desde então o tempo é muito curto para prescrever.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Juliana
    Postado às 23:29h, 12 agosto Responder

    Boa noite!

    O precatório que ainda está tramitando na Justiça, deve ser arrolado no inventário judicial para posterior partilha.

    Se sim, como incidirá o ITCD se o processo ainda ainda está em andamento?

    Grata.

    Juliana

    • Breno Rodrigues
      Postado às 18:50h, 22 agosto Responder

      Juliana,

      Nestes casos o ITCD só é pago quando já há um valor definido. Se não tiver expedido o precatório, não haverá pagamento ainda.

      Espero ter ajudado 🙂

  • natalia
    Postado às 17:14h, 13 agosto Responder

    Meu avô ingressou com uma ação de recebimento de atrasados de professores no ano de 1980.Ele separou-se da minha avó em 1976 e o divócio efetuou-se no ano de 1982.Depois ele viveu em uniao estável e veio a falecer.O precatório desta ação saiu agora este ano.Minha pergunta é: A concubina tem direito a este precatório tendo em vista que ele tinha a expectativa do direito enquanto não havia se divorciado???

    • Breno Rodrigues
      Postado às 12:38h, 19 agosto Responder

      Natália,

      A cônjuge sobrevivente tem direito a 50% do precatório, mesmo não tendo casado oficialmente com seu avô. Não importando quando a ação foi originada.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Renata Cabral
    Postado às 22:59h, 15 agosto Responder

    Boa noite.
    Breno preciso de uma orientação sua. Minha mãe faleceu e deixou um precatório em andamento.
    Gostaria de saber como é feita a partilha.Tenho pai e 2 irmãos.
    Desde já agradeço.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 22:05h, 19 agosto Responder

      Renata,

      Geralmente 50% é do cônjuge sobrevivente e o restante é dividido igualmente entre os filhos.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Renata Cabral
    Postado às 09:31h, 16 agosto Responder

    Bom dia.
    Gostaria de tirar uma dúvida. Minha mãe faleceu e deixou um processo em andamento para transposição de letras, pois era professora. Hoje e um precatório em andamento, a quase 11 anos.
    Bom já foi liberado o pagamento, minha duvida é como será a partilha, tenho pai e 2 irmãos. A porcentagem quem determina é o Juiz? é sobre quais critérios?
    Desde já agradeço.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:48h, 19 agosto Responder

      Renata,

      Depende do regime de casamento. Mas no geral é 50% para o cônjuge sobrevivente e o restante dividido entre os descendentes diretos, no caso você e seus dois irmãos.

      Espero ter ajudado 🙂

  • camila
    Postado às 09:58h, 16 agosto Responder

    Meu pai faleceu no dia 21 de junho e estamos fazendo o inventário em cartório.
    Meu pai tinha recém recebido uma precatória do INSS, referente a sua aposentadoria, que estava correndo em processo a anos.

    Meu pai tinha uma companheira a 5 anos, porem este processo foi aberto em quanto ainda estava com a minha mãe.
    Tenho uma outra irmã também.

    A companheira do meu pai tem direito a 50% deste valor ou deveria ser dividido igualmente?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:51h, 19 agosto Responder

      Camila,

      Depende da idade do seu pai e se havia um regime de comunhão ou não de bens. Se seu pai estava legalmente separado de sua mãe, a parte do cônjuge sobrevivente vai para a companheira atual (50%), a não ser que seu pai iniciou a relação com ela após os 70 anos. Neste caso a lei diz que o regime é de separação total de bens.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Ana Carolina Marcondes Cabral
    Postado às 15:47h, 16 agosto Responder

    Bom dia,
    Minha mãe recebia só 75% da pensão do meu avô (do antigo IPESP, hoje SPPREV). Ela e um grupo de pensionistas na mesma situação entraram com um processo judicial para receberem 100%.
    O grupo ganhou o processo mas o pagamento só saiu agora, depois do falecimento da minha mãe.
    Eu me habilitei como única herdeira e acabo de receber R$35.000,00 líquido.
    Queria saber se tenho que pagar imposto de renda sobre esse valor, se tem que ser por Carnê Leão ou se pode ficar para a declaração de ajuste do ano que vem.
    E, por fim, em que local da declaração eu coloco esse rendimento.
    Muito obrigada pela atenção,
    Ana Carolina Marcondes Cabral

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:54h, 19 agosto Responder

      Carol,

      A princípio, não. Mas teria que verificar o período pelo qual sua mãe não recebeu os 100%. Você deve dividir o valor recebido pelo número de meses e verificar em que faixa de imposto de renda ele fica. Se for menor que 1903 não precisa pagar imposto. Caso seja necessário pode se pago no ajuste anual no próximo ano.

      Espero ter ajudado 🙂

  • ALZIRA REIS
    Postado às 09:51h, 21 agosto Responder

    Bom dia, tenho um caso bem surreal, haja visto que meu cliente faleceu deixando em curso um processo de execução na Justiça Federal, já com pagamento de Precatório , mas que a insistência por parte do Juiz Federal que seja feito o inventario de partilha, referente apenas ao valor do Precatório existente, apesar de ter sido feita a devida habilitação do herdeiros nos acima mencionado, mas ocorrer que para realizar um inventario extrajudicial , estar havendo a exigência de recolhimento de imposto do valor do precatório para ser realizado sua lavratura em cartório, ou seja, vai ocorrer a bitributação, pois quando vamos receber qualquer valor de Precatório quando do recebimento em agencia bancária automaticamente é efetuado o recolhimento de tal imposto, qual a saída para este casa?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 17:15h, 23 agosto Responder

      Alzira,

      O juiz não pode exigir inventário para liberação do precatório pois já existe jurisprudência (que inclusive está no texto) permitindo apenas a habilitação dos herdeiros. Assim, é contestar a decisão do juiz e levar o caso para cortes superiores, que com certeza te darão ganho de causa. Quanto a questão de tributação, para inventário seria ITCD e para o precatório, IR. Então não haveria bitributação.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Sérgio Moacir de Brito
    Postado às 09:49h, 25 agosto Responder

    Bom dia!
    Meu pai foi casado com minha mãe e tiveram três filhos (já somos maiores de idade).
    Houve o divórcio e nós quatro somos pensionistas (ex esposa e os três filhos).
    Meu pai casou novamente com uma mulher que já tinha um filho de outro relacionamento.
    Meu pai faleceu e depois a viúva dele.
    Existe precatório para receber.
    Não houve exoneração das pensões alimentícias.
    Quem tem direito a receber o valor do precatório?
    Grato.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:06h, 26 agosto Responder

      Sérgio,

      É um caso complicado. Os três filhos são herdeiros garantidos. A esposa do primeiro casamento, não tem direito a nenhuma parte. A pendência fica do filho da viúva. Em tese, a viúva seria herdeira de seu pai e o direito dela passaria a ser do filho dela no falecimento dela. Mas isto não é garantido justamente pela ausência de relação de sangue com seu pai, ainda mais que a parte dele seria maior que a dos filhos. Assim, a participação dos filhos do falecido iriam varia entre 1/6 e 1/3 cada um.

      Espero ter ajudado 🙂

  • marcos
    Postado às 23:52h, 26 agosto Responder

    Gostaria de saber se o advogado pode sacar a RPV em nome da minha mãe falecida. A RPV já está no tribunal e li que se ele apresentar a certidão da vara mais a procuração inicial do processo ele consegue receber. Assim ele poderia receber e pagar diretamente a mim e ao meu irmão unicos herdeiros de minha mãe sem a necessidade de habilitação?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:47h, 30 agosto Responder

      Marcos,

      Apenas se a certidão de óbito não tiver sido entregue ao tribunal, mas isto é fraude. O procedimento correto é habilitar você e seu irmão no processo primeiro.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Letícia
    Postado às 13:31h, 27 agosto Responder

    Meu patrão faleceu a mais ou menos 5 anos, deixou tudo que tinha separado em testamento para os filhos.
    Tivemos que executa-los por falta de pagamento do tempo de serviço, o processo já está em andamento o caso é que apareceu um filho que ele não sabia que tinha querendo sua parte.
    Se for provado que é mesmo filho entra em enventario? E nosso processo para ?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 10:15h, 30 agosto Responder

      Letícia,

      Se for provado que é filho ele entra no inventário também, arcando também com eventuais dívidas. Se a execução foi individualizada por herdeiro, o processo deve parar até que o novo herdeiro for habilitado. Se o processo é contra o espólio, não fará muita diferença.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Ilson bairros gutterres
    Postado às 16:56h, 31 agosto Responder

    Boa tarde meu pai faleceu em 2011 tem precatórios pra receber já fizemos o inventário so que ouve três saques no mesmo processo dele e tem um que está a espera precatório alimentar que estava no orçamento de 2016 e até agora minha mãe espera pra receber e não tem nem valor ainda definido e quanto esses valores retirados no processo dele pode

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:59h, 02 setembro Responder

      Ilson,

      Não entendi muito bem sua pergunta. Mas no caso de precatórios de causas coletivas, os pagamentos são feitos individualmente e podem ser em períodos distintos, por questões como prioridade por exemplo. Assim, para ter uma previsão de pagamento é necessário entender a ordem cronológica deste devedor.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Fátima Fagundes
    Postado às 12:02h, 01 setembro Responder

    Olá Breno !! Tenho uma dúvida: meu pai faleceu ha uns anos atras , quando do seu falecimento já era separado judicialmente e divorciado da minha mãe, e minha mae não era pensionista dele na época, requereu pensão pós morte, juntamente com o sindicato como pensionista faz parte como unica pessoa que tem direito aos precatórios hoje já reconhecidos por sentença oriundos de labor do meu pai com o Estado. Eu não tinha conhecimento dessa ação, somente a pouco tempo fiquei sabendo. Entendo que minha mae não tem direito legal, porque já era divorciada quando ele faleceu e nem pensão tinha, portanto, nem herdeira nem meeira. Esses precatórios não pertencem exclusivamente aos herdeiros(filhos) de meu pai?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 11:24h, 02 setembro Responder

      Olá Fátima, tudo bem?

      Você está certa. Por mais que ela fosse pensionista de seu pai, por já estar separada legalmente ela não tem direito ao precatório, a não ser que eles estivessem vivendo junto após a separação. Caso contrário o precatório é apenas dos herdeiros.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Daiane Farias
    Postado às 16:31h, 04 setembro Responder

    Olá Breno, Meu pai faleceu em 2016 e agora em abril de 2019 saiu o precatório do INSS. A advogada pediu os documentos de minha mãe, que é pensionista, para habilita-la a receber o valor. Porém até agora, setembro, nada de receber. No site do TRF3 aparece a situação como “pago total no banco do Brasil”. É demorado mesmo esses processos de habilitação? eu ligo para a advogada e ela diz que depende do cartório publicar e não tem estimativa de prazo. agradeço muito.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 19:17h, 05 setembro Responder

      Olá Daiane, tudo bem?

      O ideal era que a habilitação fosse feita antes do pagamento do precatório pois é um trâmite mais simplificado. A habilitação de herdeiros num processo demora até 6 meses, dependendo da vara. Mas como o pagamento já saiu, o procedimento é um pouco mais complexo, pois pede o levantamento direto do dinheiro pelos herdeiros. Assim, não há uma estimativa de prazo pois depende da análise do juiz.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Fátima Fagundes
    Postado às 08:13h, 05 setembro Responder

    Muito obrigada pela atenção e celeridade na resposta. Só mais uma dúvida qual via para excluí-la no processo que se encontra em fase de cumprimento de sentença ?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:11h, 05 setembro Responder

      Fátima,

      Eu não sei dizer qual o procedimento correto, porque isso não é muito comum. Quando isso ocorre na parte passiva, ou seja a pessoa está sendo acionada na justiça, há embargos de declaração pedido a exclusão da parte por ilegitimidade. Daí creio que seja algo similar, anexando os documentos que comprovem o divórcio e o casamento ou união estável com a outra pessoa.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Silvia
    Postado às 23:59h, 05 setembro Responder

    Minha irmã, solteira (sem filhos e pais falecidos) faleceu e deixou um precatório em fase processual. Deixou quatro irmãs (todas acima de 65 anos), duas ainda vivas e duas falecidas após o falecimento dela. Uma dessas falecidas tem filhos (herdam os sobrinhos) mas, a outra não tem filhos e casou (antes dos fatos) com pessoa separada, que tem um filho (maior) desse primeiro casamento. Ele é herdeiro da cunhada, nesse precatório? E se ele morrer o filho tem direito a herdar esse precatório? Não foi aberto inventário.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 08:43h, 06 setembro Responder

      Sílvia,

      É uma situação complexa e que não tem uma verdade definitiva, pois depende de quem analisa. A princípio o filho do esposo de sua irmã não tem direitos. Já o esposo, depende do regime de casamento e do tipo de comunhão. Sugiro neste caso abrir inventário devido a complexidade do caso.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Silvia
    Postado às 00:38h, 07 setembro Responder

    Breno, boa noite! Grata pela resposta.
    Na pergunta que fez, o regime de casamento dessa irmã foi separação obrigatória, pois ambos já tinham mais de 65 anos. Entendo, até, que ele tenha direito, pela linha sucessória, como cônjuge (seria herança e não dissolução do matrimônio por outro motivo) mas não sabia no caso do filho.
    Porém, se for necessário abrir inventário, qual será o valor estipulado ao precatório, nesse inventário? O inicial, da ação, ou um valor atualizado? Não seriam cobrados os impostos sobre algo que, ainda, não existe e, pior, sem prazo para receber?? Ainda nesse raciocínio, esse precatório pode ser habilitado aos herdeiros diretamente no processo, independente de inventário?
    Agradeço, mais uma vez, a atenção!

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:39h, 10 setembro Responder

      Olá Sílvia, tudo bem?

      Como cônjuge sobrevivente o esposo teria direito a uma parte do valor, que independe do regime de casamento. No caso do valor a ser colocado no inventário, depende. Pois como haverá impostos altos de ITCMD o melhor seria considerar o menor valor. Até porque como ativo ilíquido, dependendo do ponto de vista o precatório tem valor zero ( ao menos a receita pensa assim). Daí seria tratado em % do valor a receber. É possível sim a habilitação direta sem inventário desde que todos os herdeiros estejam de acordo com os valores a serem recebidos.

      Espero ter ajudado 🙂

  • fernanda maria. morais
    Postado às 01:54h, 11 setembro Responder

    Meu pai faleceu em 2009 e há precatórios a receber. Somos em dois irmãos . 1) Em um dos processos o advogado habilitou o espólio e temos o direito da preferencia que não foi utilizada pelo titular mas ele diz que não garante que o tribunal vá aceitar o pedido da preferência porque é o espólio que está habilitado… . A outra questão é que eu obtive a pensão em processo de 2013; ; só eu teria direito a receber os precatórios em nome do meu pai?

    • Breno Rodrigues
      Postado às 13:22h, 11 setembro Responder

      Fernanda,

      Espólio realmente não tem prioridade em pagamento, apenas credores individuais que tenham mais de 60 anos. Quanto a questão de recebimento, todos os herdeiros tem direito a partes iguais do precatório, independente do recebimento de pensão anterior.

      Espero ter ajudado 🙂

  • Fabiana Rossi
    Postado às 10:00h, 16 setembro Responder

    Bom dia! Minha avó materna entrou com o processo de precatório quando ainda era viva. Hoje depois do seu falecimento o advogado pediu os documentos de todos os herdeiros para dar entrada na solicitação do pagamento. Mas um herdeiro se recusa a mandar os documentos, isso está prejudicando o andamento do processo pois os juiz não atendeu ao pedido e espera o documento de todos para liberar o pagamento. Existe alguma forma de excluí-los do processo ou deixar a parte deles para ser pago quando resolver enviar os documentos? Não é justo que uma pessoa possa prejudicar a todos.

    • Breno Rodrigues
      Postado às 14:17h, 17 setembro Responder

      Fabiana,

      Nesta situação o mais fácil seria abrir o inventário, apesar de mais caro, não depende de um herdeiro mandar a documentação. A exclusão só pode ocorrer por vontade própria do herdeiro.

      Espero ter ajudado 🙂

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